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sábado, 31 julho 2021

Nicodemus e a proibição dos cultos: ‘O que vem depois?’

Contra o lockdown, pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil em Recife (PE) declarou que se opõe ao fechamento de templos e aos decretos de confinamento

As proibições impostas por prefeitos e governadores, com chancela do Supremo Tribunal Federal, às celebrações de cultos presenciais foi criticada pelo reverendo Augustus Nicodemus, que lembrou das garantias constitucionais e questionou o que virá a seguir se os cristãos brasileiros não protestarem contra o cerceamento da liberdade religiosa.

O pastor da Igreja Presbiteriana do Recife falou a respeito do tema em uma entrevista concedida para promover o lançamento de seu novo livro, O Que a Bíblia Fala Sobre Dinheiro, editado pela Mundo Cristão.

À jornalista Anna Virginia Balloussier, da Folha de S. Paulo, Nicodemus deixou claro que se opõe ao fechamento de templos e aos decretos de confinamento, tratado pela grande mídia pelo termo “lockdown”.

Questionado se considerava razoável que os cultos presenciais fossem proibidos “em fases críticas” – critério recheado de subjetividade –, Nicodemus rejeitou prontamente: “Há duas questões para separar. Quando a gente briga para manter igreja aberta dentro das regras sanitárias, é pelo direito de culto garantido pela Constituição. A única maneira de revogá-lo é o estado de sítio, e só o presidente pode declarar um, o Congresso tem que aprovar”.

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