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terça-feira, 7 abril, 2020

Crentefobia no Brasil: o que seria?

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Os evangélicos cubanos de diferentes denominações haviam compartilhado através das redes sociais um pedido dirigido ao Instituto Cubano de Rádio e Televisão (ICRT) , para incluir conteúdo cristão em sua programação regular.

Em muitos países do mundo, cristãos chegam morrer por sua fé. Afinal, há “crentefobia” no Brasil? Seriam os “crentes” alvo de rejeição por seguirem essa fé?

Mais de 260 milhões de cristãos são perseguidos no planeta por causa de sua fé. Essas informações estão na Lista Mundial da Perseguição do Portas Abertas, que classifica os 50 países mais violentos e hostis a quem professa sua fé em Cristo.

Três pontos dividem a lista: Perseguição Extrema, Severa e Alta. Os dados foram respondidos por pesquisadores de campo, líderes religiosos e comunidades cristãs. E no Brasil, será que vivemos em um ambiente de intolerância e preconceito contra os “crentes”?

“Cristofobia”é a hostilidade aos cristãos por sua fé, que resulta em assassinatos, atos de violência contra eles, suas propriedades ou locais religiosos. E a “Crentefobia” podemos chamar assim também? Participe da enquete em nosso Instagram: você acredita que existe “Crentefobia” no Brasil? 

Crentefobia, o que seria? 

Afinal, há “crentefobia” no Brasil? Vira e mexe apontado como disseminador de intolerância, o segmento evangélico se vê agora na outra ponta dessa lança: seriam eles também alvo de rejeição apenas por seguirem essa fé?

Um preconceito que seria também contraprodutivo num Brasil onde já há mais jovens evangélicos do que católicos: 19% contra 13%, respectivamente, na faixa dos 16 aos 24 anos, segundo Datafolha de dezembro. Entre quem tem 60 anos ou mais, o jogo se inverte, com 25% de católicos, e 16% de evangélicos.

Experiência 

O estudante Lucas Lima,30, relatou ao jornal Folha de S. Paulo, que sofreu a “crentefobia”. Segundo ele o preconceito veio do pai. Inconformado com o seu credo, e com sua decisão de se guardar sexualmente para o casamento, o pai o incentivava a “desistir” dessa escolha.

Também tinha um chefe, quando trabalhou numa prefeitura do interior paulista, que pegava no pé. “Dizia que eu ia morrer virgem se continuasse com ‘essas besteiras’, criticava o fato de eu dar o dízimo. Se isso não é ser crentefóbico, dizem Larissa e Lucas, o que mais seria?

Para fiéis que se veem como alvo, são très reclamações maiores: 1) tratar um grupo religioso tão plural como monólito; 2) responsabilizar todos eles pela intolerância de alguns; 3) achincalhar suas convicções, como a opção de Lucas em não transar até o matrimônio.

Iniciativas pelo mundo 

O cristianismo é considerado a religião mais perseguida do mundo. Em 2019 foi criada uma campanha na Inglaterra denominada “Stop ChriSTOPhobia” (Pare de Cristofobia). A ação teve o objetivo de dar voz aos perseguidos e buscar apoio para diminuir a perseguição religiosa contra os cristãos.

Outra iniciativa foi promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). A data é celebrada 22 de agosto e lembra as vítimas de violência contra a religião no “Dia Internacional das Vítimas de Violência Baseada em Religião ou Crença”.

Criada pela ONU, é significativa para criar maior conscientização sobre as questões enfrentadas pela igreja Perseguida e certamente alertar o mundo sobre conflitos e realidades que vivem os cristãos pelo mundo.

*Com informações do Folha de São Paulo  

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