30 C
Vitória
terça-feira, 7 abril, 2020

Por que a crucificação é o centro de nossa teologia?

- Continua após a publicidade -

Mais lidas

PIB da China deve ter no 1º trimestre a primeira queda em 40 anos

O Produto Interno Bruto (PIB) da China deverá registrar no primeiro trimestre a sua primeira queda em quarenta anos, mostra o estudo "Perspectivas do Desenvolvimento Econômico Chinês pós-Covid-19 e impactos para a economia brasileira"

Morre o pai do pastor Cláudio Duarte

Em sua conta no instagram, Cláudio Duarte lamentou a morte do pai, Hartenor Leopoldino Duarte, 87 anos

Boris Johnson é transferido para UTI

O líder conservador, Boris Johnson, 55 anos, anunciou em 27 de março que seu teste para o coronavírus tinha dado positivo O primeiro-ministro britânico Boris...

Plataforma Inteligente no combate ao coronavírus no ES

O Centro de Comando e Controle para Ações e Prevenção ao Coronavírus no Estado do Espírito Santo lançou uma Plataforma Inteligente contra a Covid-19. Saiba mais!

Por que a crucificação é o centro de nossa teologia e de nossas vidas? A centralidade da cruz muda tudo, e a Igreja Primitiva sabia disso. E nós?

A cruz de Cristo é o centro da salvação. Se você interrogar a fé cristã com a seguinte pergunta: “Em uma palavra, como Deus salva os pecadores?” a resposta de uma fé saudável será instantânea e confiante para escolher a cruz.

Uma fé saudável também perguntará: “Por favor, posso ter mais palavras do que uma?”. Mas a cruz, é o ponto crucial, o lugar da convergência onde tudo sobre o evangelho se reúne. E a salvação pode incluir sete tópicos: a Cruz, a Encarnação, a Ressurreição e a Ascensão, o Pai, o Filho e o Espírito Santo .

Reconciliação com Deus 

Uma palavra funciona como um “metônimo” quando a usamos para se referir a outra coisa, a algo maior ao qual ela está intimamente relacionada. O apóstolo Paulo diz que se vangloria apenas “da cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo foi crucificado para mim e eu para o mundo” (Gálatas 6:14).

Em sua linguagem, ele está usando um “metônimo” ou (uma grande madeira objeto usado para execuções) para se referir a outra coisa: a morte de Jesus e seu efeito em nos reconciliar com Deus.

Quando os cristãos cantam canções sobre o próprio objeto de madeira, estão conscientes de que o que apreciamos não é apenas “a velha cruz acidentada” como tal, mas o Filho de Deus que usou essa cruz em seu trabalho de busca e salvação. A cruz significa Cristo crucificado. Tudo isso passa pela mente cristã em um instante em que a cruz é mencionada.

Ressurreição de Jesus  

Outra coisa também surge na mente cristã ao falar da crucificação: a presença de Cristo ressuscitou e ascendeu, em cuja presença onipotente estou escrevendo essas palavras e você as lê.

Tudo isso está implícito no que os cristãos dizem sobre a morte de Jesus, Àquele que diz: “Eu estava morto, e agora veja, estou vivo para todo o sempre!” (Ap 1:18). O apóstolo Paulo sabia disso “resolveu não saber nada … exceto Jesus Cristo e ele crucificado” (1 Cor. 2: 2). Assim, ele quis dizer que estava se concentrando no ponto central do evangelho, a cruz. Mesmo assim, ele também não ignorava a Ressurreição ou o Espírito Santo (dos quais ele fala muito em 1 Coríntios).

Paulo iniciou sua mensagem de mudança de mundo e transformação de vida na Cruz. “Pelo que recebi, passei a você como de primeira importância: que Cristo morreu por nossos pecados, de acordo com as Escrituras” (1 Cor. 15: 3). Ele sabia como indicar a realidade total da salvação de Deus, mas também sabia como se concentrar na “cruz”.

Centralidade da Cruz 

A igreja primitiva também sabia disso. O Credo dos Apóstolos conta uma versão muito curta da vida de Jesus, saltando diretamente de “nascido da Virgem Maria” ao longo de 33 anos de vida até os dias finais: “Ele sofreu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morreu e foi enterrado. Ele desceu aos mortos.

Esse credo ensina o pleno conselho da Trindade e da obra de Deus desde a Criação até a “ressurreição do corpo e a vida eterna”. O credo tem a cruz em seu centro, mas todas as coisas em sua circunferência.

Charles Wesley sabia disso. Em seu hino “E pode ser” escreveu: “Como é possível que você, meu Deus, morra por mim?”. Reconhecer a centralidade da cruz não é apenas um exercício de calibrar com precisão nossas ênfases doutrinárias ou de cuidar de ser teologicamente correto. É uma questão de profunda realidade espiritual.

A centralidade da cruz muda tudo. Logo, é a sua morte que nos justifica diante da perfeita justiça de Deus, que nos liberta, que nos dá coragem para enfrentar a perseguição. As pessoas centralizadas na Cruz sabem como morrer, aprender a viver e amar como se tivessem sido mudadas para sempre pelo amor que receberam.

Quando vemos a cruz, reconhecemos instantaneamente que ela representa a morte de Jesus. E também está no centro da perfeita vida encarnada e da ressurreição gloriosa do eterno Filho do Todo-Poderoso Pai. A fé cristã sabe disso: sabe enfatizar a cruz. E enfatizar significa levantá-la para um aviso especial, nunca isolá-la.

*Com informações de Christianity Today 

- Continua após a publicidade -

Revista Digital

- Continua após a publicidade -

Fique Por Dentro

Live: “As perguntas cruciais a serem respondidas na crise”

Um dos 25 melhores CEO’s dos EUA, Craig Groeschel fará nesta quinta-feira (02), às 10h30, uma Live exclusiva para o Brasil com tradução simultânea

Vigília online ‘Há uma Luz’: um clamor contra o covid-19

Para levar paz e esperança à população afetada pela pandemia global da Covid-19, a plataforma cristã, InChurch, organizou a vigília online “Há uma Luz” nesta quarta (1º).

26 de março: live – Como inovar na igreja em tempos de disruptura

Nesta quinta (26), as 19h, vai acontecer a primeira live da série "O efeito da liderança na crise” com Josué Campanhã, diretor da Envisionar e Thiago Faria

Novo Som faz show online

Devido a quarentena por causa do coronavírus, a banda vai estar ao vivo no sábado (28) a partir das 20h. Será transmitido pelo Instagram e Facebook

Receber notícias

Gostaria de receber notícias em primeira mão? Assine gratuitamente agora:

Plugue-se

“Deus nos poupou”, desabafa Soraya Moraes

Em suas redes sociais, a cantora Soraya Moraes fez um desabafo da cura do marido de covid-19. Ela também revelou que estar curada da doença

Vencendo o medo é tema de campanha da SBB

Nesses tempos difíceis que o Brasil e o Mundo têm enfrentado, a Sociedade Bíblica do brasil quer levar Esperança às pessoas. Por isso, foi lançada a campanha de evangelização "Vencendo o Medo", com o objetivo de compartilhar a Palavra de Esperança.

Danilo Franco traz o pop pentecostal em “Confio em Deus”

Em tempos de isolamento social, a mensagem da canção "Confio em Deus", de Danilo Franco, pode fazer grande diferença na vida de milhares de pessoas. 

Serginho, do Roupa Nova, em projeto gospel

Conhecido por integrar um dos maiores grupos musicais do Brasil, o Roupa Nova, Serginho agora lança "releituras", um projeto com louvores consagrados do meio evangélico