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sábado, 15 maio 2021

Prefeitura e igrejas se unem para acelerar vacinação no Espírito Santo

Cumprindo seu papel social, igrejas evangélicas de Vitória, capital do Espírito Santo, estão abrindo seus espaços para contribuir com o processo de vacinação no município.

Ao todo, são quatro pontos cedidos pelas Igrejas Maranata, Batista de Jardim Camburi, Igreja Evangélica Batista de Vitória (IEBV) e Casa de Oração do Avivamento em Nova Palestina. Todos em bairros para atender toda a região de Vitória.

Neste sábado (17), um dos pontos de vacinação aconteceu no Maanaim do bairro Mario Cypreste, localizado na Região Central da Capital. Segundo o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, as igrejas estão sendo protagonistas nesse processo de vacinação no município.

Segundo ele, 100 mil doses da vacina contra a Covid já foram aplicadas na cidade. “Sabemos da relevância das igrejas. Fica aqui nosso agradecimento pela infraestrutura e pela logística que estão fazendo a diferença na vacinação e, consequentemente, garantindo a vida dos capixabas e moradores de Vitória”.

O prefeito informou também que Vitória é hoje a capital da região Sudeste que mais aplicou vacina nos seus moradores. “Vamos chegar em breve a 25% da população vacinada. Isso significa que de cada quatro moradores, 1 estará vacinado”.

Apoio das igrejas

O vereador de Vitória e presidente da Câmara Municipal, Davi Esmael, afirmou que as igrejas têm mostrado sua importância nesse processo de vacinação em Vitória e a decisão de ceder seus espaços tem contribuído bastante para colocar o município na liderança dos que mais aplicaram doses de vacina no Estado.

“Essa é uma decisão inédita. A igreja abre suas portas e se apresenta para ajudar no enfrentamento contra a Covid. Os pontos cedidos na cidade estão distribuídos geograficamente e vão permitir o avanço e a aceleração da vacinação na Capital. A Bíblia fala que a fé sem obras é morta. Então, as igrejas estão fazendo a parte delas e se colocando à disposição para contribuir nesse processo”.

Função social

O pastor Marcus Uesley de Souza, da Casa de Oração, lembra que as igrejas já fazem seu papel social em todo o tempo e que agora mais uma vez estão mostrando a importância que têm para a sociedade.

“Eu vejo essa decisão de forma positiva. A questão social sempre esteve presente na igreja. Durante a pandemia, além do apoio emocional, agora estamos cedendo também nossos espaços físicos. Entendo que isso é mais que uma obrigação nesses tempos que estamos vivenciando”.

 

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