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quarta-feira, 8 abril, 2020

PISA 2018: Brasil fica entre os piores do mundo

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Relatório colocou o Brasil em 57º lugar no ranking da educação. Avaliação mostrou países que entram e saem do grupos de melhores e de piores no PISA 2018.

Parece que a educação no Brasil não vai bem das pernas. O país aparece entre as 20 piores colocações no ranking das três áreas analisadas pelo Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes). É a principal avaliação da educação básica no mundo.

Os resultados, divulgados na última terça (03) pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostram o desempenho dos alunos de 15 anos de 79 países e territórios em matemática, ciências e leitura.

Apesar de estar entre os piores colocados, o Brasil ainda fica à frente de países latinos como a Argentina, a Colômbia e o Panamá em uma ou mais disciplinas avaliadas. Outros países da região, como Uruguai, Chile e México, apresentam resultados superiores aos do Brasil em todas elas.

As regiões chinesas de Pequim, Xangai, Jiangsu e Guangdong, que foram avaliadas como uma só, lideram o ranking em todas as áreas. Outro destaque é o país de Singapura, que ocupa a segunda posição também nas três disciplinas. Já a República Dominicana e Filipinas se revezam nos piores resultados entre todos os países.

Desempenho

Segundo a avaliação, meninas têm melhor desempenho que meninos em leitura. Elas obtiveram 30 pontos a mais na prova. O que equivale a quase um ano de estudos de diferença em relação aos meninos.

O relatório também apontou que as meninas tiveram, entre os países da OCDE, um desempenho levemente superior em ciências. Foram dois pontos a mais que os meninos. Porém, eles superaram as meninas em cinco pontos em matemática entre os países da OCDE.

De acordo com os dados coletados pelo Pisa, no Brasil, há diferenças entre os dois grupos na hora de escolher a profissão que vão seguir. Entre os meninos com as melhores performances em matemática ou ciências, cerca de um a cada três espera, aos 30 anos, estar trabalhando com engenharia ou como cientista. Entre as meninas, apenas um a cada cinco esperam o mesmo.

Entre as meninas com as melhores performances, cerca de duas a cada cinco esperam trabalhar em profissões ligadas à saúde. Entre os meninos, um a cada quatro esperam seguir as mesmas carreiras. Apenas 4% dos meninos e quase nenhuma menina pretende trabalhar com profissões ligadas a tecnologia da informação e comunicação.

Sobre o PISA

O Pisa é aplicado a cada três anos e avalia estudantes de 15 anos quanto aos conhecimentos em leitura, matemática e ciências. Os países também podem optar por participar das avaliações de competência financeira e resolução colaborativa de problemas.

Assim, em 2018, o Pisa foi aplicado em 79 países e regiões a 600 mil estudantes. No Brasil, cerca de 10,7 mil estudantes de 638 escolas fizeram as provas.

*Da redação, Com informações das agências


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