Psicóloga cristã tem registro cassado

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Patrícia Souza Teixeira, de Santa Catarina, teve registro cassado pelo Conselho Regional de Psicologia, por se manifestar contra a ideologia de gênero. Outros casos parecidos já aconteceram no Brasil

O Conselho Regional de Psicologia cassou, nesta quinta (5), o registro profissional da psicóloga cristã, Patrícia Souza Teixeira, de Santa Catarina. O órgão justificou a decisão por considerar que ela agiu de forma “preconceituosa”, em relação a ideologia de gênero.

No dia 18 de outubro, a instância superior do órgão regulador da psicologia no Brasil fez o julgamento. Mas somente agora, comunicou sua decisão à profissional.

O Conselho vinha investigando Patrícia por causa de um vídeo em que ela aparece apontando os aspectos danosos da influência da ideologia de gênero sobre crianças. (Veja vídeo abaixo).

Defesa
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O advogado de Patrícia, Jorge Vacite Neto, argumentou que não houve atos praticados no exercício da profissão. E que a pena era desproporcional.

O caso foi levado ao CFP para apreciação e a psicóloga acabou ficando sem a oportunidade de se defender.

O órgão definiu a cassação do registro sem a presença da profissional.

A relatora do processo no Conselho foi a psicóloga Sandra Elena Sposito, que é defensora da “luta por direitos” dos homossexuais. E usou essa bandeira como tese de doutorado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Outros casos

Esse não é o primeiro caso que acontece no Brasil. A oposição à ideologia de gênero vem causando adversidades a profissionais de psicologia cristãos. Além de Patrícia, em 2014, a psicóloga cristã Marisa Lobo também foi alvo de perseguição em uma situação parecida.

Ela quase perdeu o registro profissional, mas conseguiu reverter o caso na Justiça. Inclusive com decisão favorável do Supremo Tribunal Federal, em anos anteriores.

“Se de um lado o direito à liberdade de expressão faz surgir, em contrapartida, a consequência de reparar eventuais danos causados a terceiros (o que não se questiona), por outro lado essa mesma liberdade de opinião, em uma sociedade democrática, abrange o direito à crítica às instituições, ainda que severas. Tais críticas à atuação pública do Conselho Profissional são decorrência natural da atividade que desenvolve”, explicou a juíza em sua decisão oficial, publicada no site oficial do Tribunal Federal da 4ª Região.

Assim como o pastor Silas Malafaia, formado em psicologia. Na época, o Ministério Público entendeu o caso como de perseguição religiosa.

Veja o vídeo em que Patrícia fala sobre a ideologia de gênero

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