Vagão do Conhecimento: saber ao alcance de todos

Vagão do Conhecimento: saber ao alcance de todos

No Parque Botânico da Vale, visitantes têm acesso a um acervo de livros e a uma sala com diferentes instrumentos musicais

Criar e fortalecer o hábito da leitura, despertando a capacidade de imaginação, criatividade e disseminação da cultura à população. Essa é a proposta do Vagão do Conhecimento, um dos importantes projetos do Parque Botânico da Vale, localizado em Jardim Camburi, Vitória.

O espaço funciona como uma biblioteca, com capacidade para 3.500 exemplares, montada em um vagão de trem. O acervo inclui audiolivros para deficientes visuais. É um ambiente que enriquece ainda mais o conhecimento de quem passa por lá.

Coordenador do Parque Botânico, Vitor Maciel explica a importância do projeto. “O vagão conta com um acervo bem diversificado, buscando alinhar o conteúdo técnico ao meio ambiente, por meio de livros que contam a trajetória da Vale e seu processo produtivo, em paralelo com leituras que mostram a importância da diversidade biológica do Espirito Santo”.

Vitor ressalta que a ideia é unir conhecimento e lazer no mesmo lugar. “A Vale contribui para a promoção das ações de conservação destes espaços, contato também com um acervo técnico cientifico e com temas intimamente relacionados à educação ambiental”, destaca.

A assistente de Educação Infantil Lilian Martins relata que teve uma experiência muito rica ao visitar o Vagão do Conhecimento pela primeira vez.  “O espaço tem muitas opções de livros, mesas e cadeiras para leitura. Levei comigo meus filhos de 5 e 7 anos que aproveitaram bastante. Havia também outras crianças interagindo com eles e trocavam informações sobre os livros a todo momento”.

Quem também teve oportunidade de conhecer o local foi a pedagoga Rosa Maria Graciano, 51 anos, de São Paulo, durante as férias que passou no Espírito Santo. “Sou uma leitora voraz, apaixonada por bibliotecas. Fiquei maravilhada com o Vagão do Conhecimento, porque além de reunir uma diversidade de saberes, tem uma atmosfera muito lúdica, que atrai crianças, adolescentes e adultos. E isso em um país que não tem o hábito da leitura como marca cultural, é um resultado maravilhoso”, comemora a pedagoga.

Atualmente, o vagão dispõe de material rico e para todos os gostos. Para isso, são disponibilizados diversos títulos que vão desde romance às histórias infantis. “O objetivo é incentivar a leitura em todas as faixas etárias, com uma excelente receptividade do público, que lá encontra uma grande diversidade de temas e pode conhecer um pouco mais da história da Vale no Espirito Santo e sua contribuição social, econômica e ambiental”, avalia Vitor.

Cristieny Soares, 36 anos, sempre visita o local com a filha e o esposo. Foto: Renato Cabrini / Next Editorial

Cristieny Soares, 36 anos, concorda com a pedagoga Rosa, sobre a atração que o Vagão do Conhecimento exerce nos visitantes. “Chama a atenção, nos traz curiosidade para ver o que tem aqui dentro. E quando a gente entra se depara com uma biblioteca, bem estruturada, organizada, que te dá vontade de sentar e ficar lendo em um ambiente gostoso. Eu, meu marido, minha filha e nossos amigos ficamos encantados”, conta a orgulhosa mãe que há quatro anos optou por parar de trabalhar fora para cuidar da filha Hellen, hoje com 8 anos de idade.

Uma sensação que o corretor de móveis, José Carlos Kinack, 35 anos, morador de Cariacica, descreve como singular, tanto no Vagão do Conhecimento, como em todo o Parque Botânico. “É uma experiência única de aprendizado, que nos permite conhecer vários animais e plantas, e um pouco da história também. É diversão garantida para toda a família e pertinho de casa. Venha. Quando tiver essa oportunidade, não perca, porque é muito bacana esse passeio que reúne diversão e aprendizado”, garante Kinack.

José Carlos e a família reunidos no Vagão do Conhecimento. – Foto: Renato Cabrini / Next Editorial
Sala sensorial

Cultura é um pilar de atuação da Vale. Para a empresa, é de grande importância a participação das futuras gerações no seu processo de construção, reforçando ainda mais o compromisso com a transparência, mantendo um diálogo aberto com as comunidades, a fim de formar pessoas mais críticas e preocupadas também com o meio ambiente.

Por meio da sala sensorial, o visitante poder ampliar sua capacidade perceptiva, expressiva e reflexiva com relação ao uso dos instrumentos musicais. É nela que o Parque Botânico busca promover ambientes que proporcionem as melhores experiências.

Vitor Maciel pontua que o espaço promove o desenvolvimento de outras capacidades. “Lá é possível expressar-se por meio do próprio corpo, ouvir com atenção, produzir ideias e ações próprias, desenvolvendo a percepção dos diferentes modos de fazer música, valorizando, com isso, a função social da música, nos diferentes contextos”, destaca o coordenador.

Já Lilian afirma que os filhos adoraram conhecer a sala sensorial e saíram de lá com outra percepção sobre musicalidade. “Eles ficaram fascinados com o local. Lá tem desde saxofone a fones de ouvido que ajudam a criança a conhecer os sons e ainda serve como um excelente entretenimento.”, finaliza.

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