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segunda-feira, 15 abril 2024

Termo “mãe” é trocado por “pessoa que pariu”

Foto: FreePik

Campanha sobre cuidados pós-parto adota uma linguagem que evita termos tradicionais, estando alinhada à ideologia de gênero

Por Patricia Scott 

Uma nova campanha do Ministério da Saúde sobre cuidados pós-parto adota uma linguagem que evita termos tradicionais como “mulher” ou “mãe”. Assim, o conteúdo utiliza expressões como “o corpo de quem pariu” ou “pessoa que pariu”.

Desse modo, a abordagem nas publicações oficiais segue a visão ideológica, que tem coo base à ideologia de gênero. A campanha aconteceu simultaneamente à distribuição de absorventes, destacando-se por utilizar a palavra “pessoas” em vez de termos específicos de gênero.

O programa “dignidade menstrual”, divulgado no site do Ministério da Saúde, reconhece que a menstruação afeta “metade da população”. No entanto, não deixa claro que apenas mulheres biológicas menstruam.

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A iniciativa acionou questionamentos, que são justificados pelo Artigo 37 da Constituição Federal. O artigo orienta a administração pública a seguir princípios como legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Leia na íntegra a campanha do Ministério da Saúde 

O que é o puerpério?

Também conhecido como pós-parto, puerpério é o período que ocorre após o parto. Nesta fase, o corpo de quem pariu está em processo de recuperação passando por uma série de modificações físicas, emocionais e psicológicas.

Estima-se que o tempo médio do puerpério é de 6 semanas, começando imediatamente após o parto do bebê. Contudo, esse período pode ser variável de acordo com cada realidade, especialmente quando relacionado à amamentação. Durante esta fase, a pessoa que pariu ou vivenciou uma perda gestacional está readequando a sua rotina à nova realidade.

A consulta puerperal é realizada no período de quarenta e dois dias após o parto, com finalidade da conclusão da assistência obstétrica. Na Atenção Primária à Saúde recomenda-se uma visita domiciliar na 1ª semana após a alta do bebê.

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