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terça-feira, 23 abril 2024

Morar sozinho ou esperar o casamento?

Morar sozinho exige maturidade emocional e financeira para viver sem depender de ninguém. Foto: Freepik

A dúvida de muitos jovens cristãos esbarra em dilemas que envolvem não apenas os custos como os riscos de uma vida sexual antes do casamento.

Por Cristiano Stefenoni

Sair de casa para morar sozinho ou esperar o casamento para formar a própria família? A dúvida de muitos jovens cristãos esbarra em questões éticas e dilemas que envolvem não apenas os custos de se manter como os riscos de ter uma vida sexual antes da hora. É bem verdade que ambos podem acontecer mesmo quando se mora com os pais, mas a probabilidade aumenta, e muito, quando se vive de maneira independente.

Segundo o pastor Raphael Abdalla, da Primeira Igreja Batista em Guarapari e presidente da Convenção Batista do Estado do Espírito Santo, essa é uma questão muito delicada e deve ser avaliada com cuidado. Principalmente porque muitos saem de casa, mas continuam completamente dependente dos pais, ou seja, só mudam de endereço.

“A independência econômica dos pais é fator imprescindível à vida adulta (na acepção mais ampla do termo). Exceções existem diante das demandas da vida. Mas a regra é a emancipação econômica”, afirma Abdalla.

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De acordo com o pastor, o maior risco para o jovem cristão ao morar sozinho está relacionado à vida sexual antes do casamento. “Dentro de um cenário ideal, a pessoa deve deixar pai e mãe ao se casar e constituir a própria família. ‘Morar junto’ com alguém sem ser casado é absolutamente contrário aos valores do Reino de Deus”, alerta o pastor.

Para quem precisa morar sozinho, como em caso de estudar fora da cidade onde vive, por exemplo, é preciso cuidar para que a fé seja constantemente fortalecida. “Há casos de ingresso na faculdade em locais longe de casa. Sempre aconselho maturidade e orientação espiritual, tanto da igreja de origem quanto de uma comunidade de fé próxima ao ambiente universitário”, afirma o pastor.

Os mesmos cuidados servem para aquela pessoa que decidiu não se casar e passar a morar sozinha. “Não há um problema bíblico nisso, mas cuidados são necessários. Em qualquer dos casos, recomenda-se fortemente: vida devocional, disciplinas espirituais constantes, mentoria/aconselhamento e vivência comunitário (igreja)”, finaliza.

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