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sexta-feira, 21 janeiro 2022

Franklin Graham sofre pedido de renúncia por apoiar Trump

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Foto: Reprodução

Franklin Graham é presidente e CEO da Samaritan’s Purse e a Billy Graham Evangelistic Association, além de conselheiro pessoal do ex-presidente Donald Trump

Por Keila Lopes

O pedido para que o pastor Franklin Graham seja demitido partiu da organização cristã Faith America.  O grupo considera que Graham exerce a prática da “idolatria”, ao apoiar o ex-presidente Donald Trump. Em petição publicada no portal, a instituição convoca às pessoas a assinarem o documento que vai contra a continuidade do pastor a frente da Samaritan’s Purse e a Billy Graham Evangelistic Association.

Franklin Graham é presidente e CEO da Bolsa do Samaritano e da Associação Evangelistica Billy Graham. O pastor se tornou conhecido no mundo, por ser filho mais velho de Billy Graham, um evangelista norte-americano que pregou o evangelho para multidões em todo o mundo. Além disso, o reverendo ficou conhecido como conselheiro dos presidentes americanos, por ter exercido o papel de capelão da Casa Branca.

As instituições comandadas por Franklin Graham atuam para atender às necessidades de pessoas vítimas de guerra, pobreza, desastres naturais, doenças e fome, além de propagar o evangelho de Cristo em vários países do mundo. Porém, entre as justificativas para que o pastor seja retirado ou que renuncie, estão às alegações de que a missão cristã das organizações foi esquecida, abandonaram o Evangelho de Jesus Cristo e são cúmplices na propagação de afirmações desonestas pregadas por Donald Trump, em relação à veracidade das eleições nos Estados Unidos, ocorrida em novembro do ano passado.

Em resposta ao The Charlote Observer, conselheiros sugeriram que a atuação do pastor Franklin Graham deve continuar.

“Os Conselhos de Diretores da Bolsa do Samaritano e a Associação Evangelística expressaram que apoiam totalmente Franklin Graham e estão mais do que satisfeitos com o trabalho que ele fez e está liderando esses ministérios”, disseram. O comunicado justifica ainda que Franklin Graham não estava em Washington, DC, e ele não encorajou as pessoas a irem ao Capitólio, em 6 de janeiro, ocasião em que o Congresso foi invadido e 5 pessoas morreram.

Um dia antes da posse de Joe Biden, atual presidente americano, Franklin Graham disse em sua conta no twitter que, “Donald Trump foi acusado falsamente, desde 2016, em relação às críticas feitas ao processo eleitoral da época e disse acreditar no ex-presidente sobre a ocorrência de fraude nas eleições”.

Até o momento, a petição para a retirada de Franklin Graham já recebeu mais de 20 mil assinaturas. O pastor, que é ativo nas redes sociais, ainda não se manifestou sobre o assunto. Saiba mais sobre a petição.

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