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sábado, 10 abril 2021

“Não são mais confiáveis”, diz Franklin Graham sobre a imprensa

Franklin Graham acusou os “poderes de mídia” de tentarem influenciar o pensamento do povo americano para as próximas eleições dos EUA.

O pastor Franklin Graham fez um comunicado preocupante sobre a militância nos meios de comunicação dos EUA, relacionada as eleições presidenciais do país em novembro. Segundo ele, a imprensa nos dias atuais “não é mais confiável”, especialmente em período eleitoral.

A preocupação de Graham serve de alerta também para o público brasileiro. Segundo ele, “os poderes da mídia estão envolvendo todos os esforços para contar a história e influenciar o pensamento do povo americano”, ressaltando que o objetivo é suprimir o pensamento conservador, normalmente associado aos valores judaico-cristãos.

Graham citou como exemplo o pedido de demissão da jornalista Bari Weiss, agora ex-funcionária do jornal The New York Times, um dos maiores e mais tradicionais do mundo. Ele lembrou como o veículo “é tendencioso à agenda radical de esquerda socialista do partido Democrata”.

“No passado, os americanos podiam confiar na mídia. Eles eram jornalistas relatando fatos. Hoje, porém, muitas organizações de mídia são tendenciosas, inclinadas e extremamente orientadas para a agenda. Eles não são mais confiáveis”, explicou o pastor.

Militância ideológica de esquerda

Na prática, Franklin Graham critica a militância ideológica de esquerda nos grandes veículos de comunicação. Ele lembrou que Weiss sofreu na pele às consequências de pensar diferente. Chegou a ser discriminada por seus valores, algo que deve se refletir na maneira como o grande público absorve o conteúdo publicado por esses grandes jornais.

“Em sua carta de demissão, ela disse que era muito difícil publicar qualquer coisa que não ‘promovesse explicitamente causas progressistas’ e, se algo fosse publicado, isso só poderia acontecer ‘depois que todas as linhas fossem cuidadosamente massageadas, negociadas e cavadas’”, afirmou.

O cenário de militância ideológica no jornalismo descrito por Weiss, revela o quanto a mídia em geral pode estar aparelhada por interesses alheios aos da informação, o que justifica o alerta do pastor Graham.

“Eles me chamaram de nazista e racista; Aprendi a ignorar comentários sobre como estou ‘escrevendo sobre os judeus novamente’. Vários colegas que pareciam amigáveis ​​comigo foram ofendidos por colegas de trabalho”, relatou Weiss.

* Com informações de

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