Ore para que a Dilma esteja certa

Durante a reunião do G20 (as 20 maiores nações do mundo) na Austrália, a presidente Dilma Rousseff afirmou aos jornalistas que “nunca mais o Brasil será o mesmo após o escândalo da Petrobras, porque acabou a impunidade”.

A frase até pode ser de efeito, mas confesso que fiquei feliz com a afirmação da nossa presidente reeleita. Vai que ela esteja certa e realmente a impunidade dos “grandes” corruptos esteja chegando ao final? Sempre tive muita inveja dos EUA quando via pela TV que os corruptores ricos e poderosos de lá eram presos, e os daqui, nunca. No mensalão, só foram presos os corruptos e os intermediários. Os que corromperam estão todos soltos. Mas quando vi os “grandes empresários” das “grandes empresas” presos aqui no Brasil, me deu a impressão que estava em outro país.

Minha alegria ficou maior quando três ou quatro dos presos resolveram devolver a bagatela de R$ 500 milhões e ver que as “grandes empresas” ofereceram ao juiz Sérgio Moro outra bagatela de R$ 1,2 bilhão, para que ele se esquecesse deste caso. Ainda bem que ele não aceitou, pois sabe que tem muito mais “carne debaixo desse angu”. Estou me beliscando até agora para ver se estou acordado e se a impunidade está mesmo chegando ao fim no Brasil. Igreja brasileira, temos que continuar a orar e a jejuar pela nossa nação.

O COMETA: NOSSO GRANDE CRIADOR
O dia 12 de novembro de 2014 foi muito especial para a humanidade. Nessa data, depois de 10 anos viajando pelo espaço e percorrendo uma distância de 6,5 bilhões de quilômetros, o robô Philae pousou no cometa 67P, com praticamente três objetivos básicos: descobrir se a água do cometa é mesmo água; se existe alguma molécula orgânica; e verificar a composição química da rocha. O cientista Gerhard Schwehm afirmou que, se a água que há no cometa for mesmo água (sic), então estará provado a água que existe na Terra veio dos cometas, logo, por razões óbvias, a vida que tem na Terra veio dos cometas. Não sou cientista e meu QI é limitado, mas sei que para ser água, é necessário ter duas moléculas de hidrogênio junto com uma molécula de oxigênio (H2O). Qualquer coisa fora disso pode ser qualquer coisa, menos água. Então, como assim “se a água de lá, for igual à água de cá?” Água é água. A não ser que a ciência diga que existe água que não é água. Sempre achei essa dona ciência meio confusa, pois consegue enganar a si mesma.

Uma outra coisa que me chama a atenção é que a Terra possui 1,35 bilhão de quilômetros cúbicos de água. Para ter essa quantidade de água vinda do espaço, seria necessário que pelo menos uns milhões (ou bilhões) de “cometas” batessem por aqui e deixassem toda a água e voltassem para o espaço. Simples e fácil assim! Que inveja! Para acreditar nisso, é preciso de muita fé.  Fascina-me a capacidade do homem de gastar R$ 10 bilhões e esperar 10 anos, para buscar respostas que não responderão a nenhuma pergunta. Se os cientistas fossem um pouco mais humildes, não precisariam gastar tanto tempo e dinheiro para saber como o Sol e a Terra foram criados. A Bíblia nos informa de graça: foi Deus quem fez! Não tornou Deus louca a sabedoria do mundo? (1 Co 1:20). Obrigado, Senhor, porque somos simples e sábios.

DIÓTROFES OU DEMÉTRIO
Cada vez mais me convenço de que a Igreja de hoje está vivendo dias proféticos, ou seja, experimentamos hoje o que Cristo avisou que “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt 24:12). Em uma reunião de pastores, conversávamos sobre os dois tipos de crentes que temos em nossas igrejas: os que trabalham e os que dão trabalho. Nesse momento me lembrei da história que o apóstolo João conta em sua terceira carta, quando fala que ele também tinha dois tipos de crentes em sua igreja. Ele começa com Diótrofes. Esse nome significa “suprido de Deus”, mas ao que parece, ele na verdade era suprido de si mesmo. Entre as “qualidades” desse homem, está o fato de gostar de ser o mais importante. Tudo tinha que ser feito como ele queria. Era o único que possuía boas ideias, e todos tinham que concordar com ele. Criticava a todos e falava mal pelas costas. Nunca tinha uma palavra de incentivo e, não satisfeito com tanta frieza e ignorância, ele, com seus atos de grosseria e falta de educação, expulsava os bons crentes da igreja.
De outro lado estava Demétrio. Todos gostavam dele, pois sempre estava pronto para ajudar a todos. Não tinha tempo feio, ou cara feia, nem fosse pra carregar um piano escada acima. Abria mão de seu descanso, para ajudar um irmão necessitado. Tudo eram alegria e oportunidade para glorificar a Deus com seu serviço. João afirma que a diferença entre eles é que o primeiro acredita mesmo que Deus depende dele pra viver, e o segundo vive para deixar Deus feliz. Você está mais para Diótrofes ou para Demétrio? A opção é toda sua.

 

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