Ginástica brasileira – Treinamentos de olho nas Olimpíadas

Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

Atletas da seleção brasileira de ginástica artística, categorias adulto e juvenil, treinam no Centro de Treinamento do Time Brasil, no Parque Olímpico, no Rio

O primeiro estágio de treinamento dos atletas da ginástica artística masculina do Brasil já começou. São 17 esportistas, entre eles os medalhistas Arthur Zanetti, Diego Hypólito e Arthur Nory. Os treinos acontecem no Centro de Treinamentos de Ginástica Artística, na Arena da Barra da Tijuca, no Rio.

Esse ano, os atletas terão pela frente, entre outras competições, o Pan-Americano, em julho, em Lima, no Peru. Uma etapa importante para a definição de vagas para a Olimpíada de Tóquio 2020, no Japão.

“Se a gente ficar entre as 12 primeiras equipes do mundo, nos dá o direito a levar a equipe aos jogos olímpicos, porque ainda tem quatro vagas. Depois disso é que se começa a escolha do time. Primeiro a gente tem que conquistar as vagas”, disse o coordenador geral de eventos da Confederação Brasileira de Ginástica, Henrique Motta à agência Brasil.

Se a equipe não ficar entre os 12 no Pan-Americano, haverá apenas uma vaga para o Brasil na modalidade. “Esse ano o importante é a classificação, tem o mundial em Stuttgart, tem os Jogos Pan-Americanos, que são muito importantes para a gente. A gente tem que estar bem preparado para essas competições além das outras pelo ano”, observou Arthur Zanetti.

Para o ginasta paraense Péricles Fouro, de 29 anos, passar por todas essas competições representa um foco para 2020. Ser um dos integrantes da delegação brasileira nos Jogos de Tóquio não é o único desejo.

Quem acompanhou os treinamentos da equipe brasileira foi a ex ginasta e medalhista Luísa Parente. Segundo ela, esse contato com atletas mais experientes ajuda o desenvolvimento dos juvenis. “Sem dúvida porque ele quer competir, dar o melhor dele. Se sente mais seguro”, disse.

Até para quem é medalhista, esse contato é fundamental. O ginasta Diego Hypolito, medalhista olímpico, revelou que ficou nervoso durante o treino e foi acalmado por um colega do juvenil. “Eu estava fazendo um exercício e não completei do jeito que queria. O Joãozinho (João Lucas Prunes Vieira) estava do meu lado e disse para eu me acalmar que era assim mesmo e eu ia conseguir”, disse.

*Com informações da Agência Brasil


Leia mais

Homens estão cuidando mais da saúde, diz estudo
Despedida de Massa concorre ao “Oscar do Esporte”
Esporte, música e educação, aliados na Inclusão social

Aproveite as promoções especiais na Loja da Comunhão!