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terça-feira, 16 abril 2024

Preço da cesta básica cai em 13 capitais em março

Preço da cesta básica cai em 13 capitais em março - Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

São Paulo foi a capital com a cesta básica mais cara no mês, com custo médio estimado em R$ 782,23

O valor da cesta básica diminuiu em março em 13 das 17 capitais analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

As reduções mais expressivas ocorreram em Recife (-4,65%), Belo Horizonte (-3,72%), Brasília (-3,67%), Fortaleza (-3,49%) e João Pessoa (-3,42%).

Quatro capitais registraram aumento de preço: Porto Alegre (0,65%), São Paulo (0,37%), Belém (0,24%) e Curitiba (0,13%).

São Paulo foi a capital com a cesta básica mais cara no mês, com custo médio estimado em R$ 782,23.

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Logo em seguida estão Porto Alegre (R$ 746,12), Florianópolis (R$ 742,23), Rio de Janeiro (R$ 735,62) e Campo Grande (R$ 719,15).

As cestas mais baratas foram registradas em capitais do Nordeste (nas regiões Norte e Nordeste, a cesta tem uma composição diferente): Aracaju (R$ 546,14), Recife (R$ 578,73) e João Pessoa (R$ 579,57).

Veja abaixo o preço médio da cesta básica em março nas 17 capitais pesquisadas pelo Dieese e qual foi a variação em relação ao mês anterior:

Preço da cesta básica em março

CidadeValor da cestaVariação
São PauloR$ 782,230,37%
Porto AlegreR$ 746,120,65%
FlorianópolisR$ 742,23-0,63%
Rio de JaneiroR$ 735,62-1,39%
Campo GrandeR$ 719,15-0,11%
VitóriaR$ 699,16-1,42%
BrasíliaR$ 693,32-3,67%
GoiâniaR$ 680,92-2,05%
CuritibaR$ 679,760,13%
BelémR$ 664,540,24%
Belo HorizonteR$ 654,57-3,72%
FortalezaR$ 647,92-3,49%
NatalR$ 615,03-1,78%
SalvadorR$ 591,40-0,92%
João PessoaR$ 579,57-3,42%
RecifeR$ 578,73-4,65%
AracajuR$ 546,14-1,24%

Salário mínimo

O Dieese calculou também que o salário mínimo ideal para o mês de março deveria ter sido de R$ 6.571,52, o que corresponde a 5,05 vezes o mínimo atual de R$ 1.302,00.

O cálculo é realizado com base na cesta básica mais cara (em março, a de São Paulo) e considera que o salário mínimo precisa suprir as despesas mensais de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Segundo o Dieese, considerando o preço da cesta básica, o trabalhador que recebe um salário mínimo comprometeu em média 55,47% do seu rendimento líquido de março para adquirir os produtos alimentícios básicos.

Com informações de Agência Estado

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