Como nos dias de Noé

Ele ficou assustado com a conclusão de um levantamento que acabara de fazer, pois ao longo de mais de três anos não tinha sido registrada uma única conversão sequer.

Então me perguntou se eu poderia apresentar um estudo sobre nossa necessidade de evangelizar. Como esse é o tema favorito de qualquer pastor, é obvio que aceitei a sugestão de imediato e propus fazer isso no domingo, no horário da EBD, até porque daria tempo para orar e rever os principais pontos sobre esse importante assunto.

No dia seguinte, enquanto a igreja fazia a abertura e louvava com alguns cânticos, pude olhar para aquelas pessoas presentes e senti um aperto no coração. Percebi uma frieza, uma apatia, uma indiferença, como se o fato de estar na casa do Senhor não fosse algo especial para aqueles irmãos, como se ir à igreja fosse uma obrigação ou um mero desencargo de consciência.

A pior coisa que pode acontecer para um rebanho é se acostumar com as coisas de Deus, como se tudo o que o Pai faz fosse normal e natural, afinal “pago meu dízimo todo mês”.

Jesus disse que, antes da Sua vinda, o “amor de muitos esfriaria”. Na verdade, Ele afirmou que viveríamos como nos dias de Noé. Será que, como Igreja, estamos nos “apercebendo” dessa realidade? Estamos nos tornando evangélicos não praticantes?


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