Pau que nasce torto…

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Cada povo é conhecido por algumas características que permitem identificar algumas de suas atitudes ou comportamentos. Um dos principais traços do brasileiro é ter memória curta.

Se por um lado isso é muito bom, pois não sofremos muito com as derrotas e conseguimos fazer piada com as maiores tragédias, por outro pode ser muito ruim, pois acabamos cometendo o mesmo erro muitas vezes. Quando aliamos a memória curta à falta de interesse natural por algumas áreas, como a política, a fórmula da alienação fica “perfeita”. Como brasileiros, acabamos pagando um preço muito alto.

Qual a chance de isso mudar? É óbvio que o contexto é outro, mas a dúvida de Jeremias é pertinente quando pergunta: “Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas? Então, poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal” (Jr. 13:23).

Contextualizando: será que, como cristãos e brasileiros, poderemos alterar nossa maneira de eleger nossos representantes e levar em consideração fatores que realmente importam para termos bons políticos, ou por já estarmos acostumados a uma memória curta continuaremos a optar pelos mesmos picaretas de sempre? Será que podemos mudar o ditado, e pau que nasce torto… não precisa morrer torto?

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