Edição 227

Esta é a edição especial de nosso 19º aniversário. E abro meu editorial agradecendo em oração a cada membro da família Comunhão pelos cuidados dedicados a mim para manter esse ministério. Obrigado, meus amigos pastores, colunistas e articulistas. Obrigado, queridos parceiros anunciantes e assinantes, que têm deixado de pé, todos os meses, este desafiador projeto. Obrigado, esposa Juju e minhas filhotas, que estão comigo dia e noite nesta empreitada. E principalmente, muito obrigado, Senhor, por ter nos dado a bênção de viver o dia a dia de fazer a revista Comunhão.

Quando a gente descobre que vai ser pai, a sensação é maravilhosa, uma felicidade imensa toma conta do nosso coração. Tive o privilégio de sentir isso por três vezes e posso falar desse assunto com propriedade. Mas, além da delícia da notícia, vem a preocupação com o que fazer para que os filhos sejam idôneos, educados e, sobretudo, sigam os nossos passos para servir a Deus. Tarefa difícil essa, porque não adianta repetir aquele velho ditado que nossos avôs e pais falavam: “Faça o que eu mando, não o que eu faço”.

Os tempos mudaram; as crianças também; os adolescentes e jovens mais ainda. E, embora a Palavra de Deus seja a mesma, a forma de instruí-los tem que vir do exemplo. Não adianta falar para ler a Bíblia se você não lê; mandar respeitar os mais velhos se você não respeita; pedir para ser leal se você tem essa virtude como regra de conduta.

Não sei quanto aos homens que leem este editorial agora, mas tento, com muita dificuldade, confesso, dar às minhas três filhas a convicção de que podem encontrar em mim a figura masculina e paterna, e um porto seguro em que elas podem atracar quando as situações de suas vidas pedirem referencial. Acho que, assim como eu, vocês querem que seus herdeiros levem as melhores lembranças dos ensinamentos do papai, não é?

Então, aproveite nossa matéria de capa, porque nela trouxemos os erros e os acertos de pais da Bíblia e também dos atuais. Claro que também procuramos respostas com especialistas que já detêm vasto conhecimento do assunto, além de contar experiências de homens das nossas igrejas com seus filhos.

Por falar em exemplo, na coluna “Na Estrada”, estamos destacando o ministério de Deise Jacinto, com seu trabalho “Final Feliz”, assinado pela Sony Music. Ela conta seu caso de amor com a música, que teve início ao ver sua mãe tocar.

E as Olimpíadas do Rio já estão aí! A Igreja não poderar ficar de fora desse grande evento. Corremos atrás de quem está preparando ações evangelísticas para impactar os visitantes de todo o mundo. Vale a pena conferir.

Na entrevista deste mês, trouxemos Marcelo Nunes, um advogado especialista em direito eleitoral, abordando o papel da Igreja no pleito e os cuidados necessários para não transformar púlpito em palanque, e também para que as nossas congregações não descumpram nenhum item da nova legislação. E mais, muito mais do que você tem costume de encontrar na sua revista da família cristã.

Boa leitura! Vamos para os 20 anos.

Mário Fernando Souza
Editor Executivo

 

Compartilhe