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domingo, 21 DE julho DE 2024

Opep eleva projeção da oferta de combustíveis do Brasil

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O cartel também revisou suas estimativas para o crescimento econômico brasileiro - Foto: Freepik

Segundo a Opep, a produção de combustíveis líquidos do Brasil voltou a subir em novembro, e a tendência deve continuar este ano

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) elevou em 120 mil barris por dia (bpd) sua expectativa para a oferta de combustíveis líquidos do Brasil em 2024, para uma média de 4,3 milhões de bpd, em relatório mensal publicado nesta quarta-feira, 17. O resultado representa um avanço de 200 mil bpd ante o ano anterior, mas o cartel pondera que “o aumento dos custos no mercado offshore e a inflação também podem continuar a atrasar os projetos” e pressionar o crescimento da oferta no curto prazo.

No relatório, a Opep também atualizou suas estimativas para o ano de 2023 e incluiu, pela primeira vez, projeções para 2025. O cartel elevou em 40 mil barris por dia a estimativa para 2023, a 4,1 milhões de bpd, e projetou aceleração da produção em 2025, a 4,4 milhões de bpd.

De acordo com a Opep, a produção de combustíveis líquidos do Brasil voltou a subir 149 mil bpd em novembro, ao nível recorde de 4,4 milhões de bpd, em um crescimento mais forte do que o esperado no quarto trimestre de 2023.

Somente o petróleo avançou 136 mil bpd no confronto mensal, a 3,7 milhões de bpd. Já a produção de gás natural liquefeito ficou praticamente estável, em 80 mil bpd.

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PIB

O cartel também revisou suas estimativas para o crescimento econômico brasileiro, aumentando de 2,5% a 2,9% a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil em 2023.

A Opep elevou ainda a projeção para o avanço do PIB brasileiro em 2024, de 1,2% a 1,4%, e prevê aceleração do crescimento a 1,5% em 2025.

De acordo com o relatório, o crescimento do Brasil continuou estável até o final de 2023, apesar da desaceleração na dinâmica da atividade econômica e expectativas de maior desaceleração em 2024.

Apesar disso, a Opep acredita que a redução na taxa Selic para 10% até o fim de 2024 e uma desaceleração na inflação para cerca de 3,5%, próxima a meta do BC do Brasil, devem favorecer uma retomada na força do crescimento. Com informações de Agência Estado

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