“Brincar” de morrer

O chamado jogo “Baleia Azul” tem causado comoção e indignação. Famílias estão preocupadas com seus filhos. No Brasil, polícia e Ministério Público investigam suicídios relacionados ao desafio

Seus pais não sabem, mas ela se automutila e pensa em morrer quase todos os dias. O corpo frágil da jovem de 19 anos está machucado; os braços estão com várias marcas de cortes que ela mesma faz, mas ninguém percebeu. Estranhamente, o sorriso e o senso de humor são capazes de esconder o apetite por práticas mórbidas, sem que o pânico interior emita alertas para os de fora. Ninguém ouve, mas ela grita por dentro sem ser notada e muitas vezes sente-se sozinha, invisível e rejeitada na faculdade e dentro de casa.

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