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terça-feira, 9 agosto 2022

Bate-papo sobre valorização da vida

Iniciado no Brasil pelo CVV, Conselho Federal de Medicina e Associação Brasileira de Psiquiatria, o Setembro Amarelo começou suas atividades em 2014

As ações do Setembro Amarelo seguem esta semana.

Nesta quarta-feira (6), roda de conversa sobre “Identificação de fatores de risco e de proteção e prevenção do suicídio na rede de atenção”. O bate-papo será no auditório da Secretaria Saúde da Prefeitura de Via Velha (ES), das 8h às 11h e das 13h30 às 17h.

Já na quinta (7), haverá distribuição de informativos no desfile pela vida, a partir das 9 horas, em Linhares, norte do Estado. No dia 11, acontecerá a palestra “Falando abertamente sobre suicídio”. O encontro será a partir das 10 horas, no colégio Lusíadas de Campo Grande, em Cariacica (ES).

Sobre a campanha

Os números são estarrecedores. A cada 45 minutos um brasileiro morre vítima do suicídio. Em todo o mundo, ele mata mais que as guerras. Para reverter este quadro, foi criado o movimento mundial Setembro Amarelo, que é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio.

A campanha ocorre deste 2014 e consiste em iluminar ou sinalizar locais públicos com faixas ou símbolos amarelos, além da realização de atividades sobre o tema. O objetivo é alertar a população sobre o problema e mostrar que nove em cada 10 casos poderiam ser prevenidos.

Iniciado no Brasil pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), o Setembro Amarelo realizou as primeiras atividades em 2014 concentradas em Brasília. Em 2015 já conseguiu uma maior exposição com ações em todas as regiões do País. Mundialmente, a Associação Internacional para Prevenção do Suicídio (ASP) estimula a divulgação da causa, sendo 10 de Setembro o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

CVV

No Brasil, uma das instituições que trabalham na prevenção do suicídio é o Centro de Valorização da Vida (CVV), que existe há 55 anos e conta com mais de 70 postos e cerca de 2.000 voluntários no País. No Estado há dois postos, um deles em Vitória, com 33 anos, e outro em Linhares, criado no ano passado. O trabalho dos voluntários do CVV consiste em ouvir as pessoas e deixá-las compartilhar momentos difíceis pelos quais estão passando.

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