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segunda-feira, 20 setembro 2021

Urgências em saúde mental crescem na pandemia

O atendimento remoto se consolida como opção de suporte

Isolamento social, medo do contágio da doença, preocupação em perder o emprego e a insegurança causada por quem perdeu renda são alguns dos possíveis motivos para o aumento no atendimento de casos relacionados à saúde mental.

De acordo com uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Ipsos, encomendada pelo Fórum Econômico Mundial, 53% dos brasileiros declararam que seu bem-estar mental piorou um pouco ou muito em 2020, em relação com o período anterior ao início da pandemia. O Brasil ocupa o quinto lugar com o pior resultado, sendo a Turquia em primeiro lugar com 61%, seguido por Chile e Hungria, ambos com 56% e Itália com 54%.

Desde o início da pandemia até maio deste ano, o canal de telessaúde da Amil registrou mais de 6.500 atendimentos de urgência em saúde mental. O maior pico de atendimentos foi em maio, com cinco vezes mais consultas que em janeiro de 2021.

Além do atendimento de urgência, a operadora oferece acompanhamento integral para casos graves e complexos a partir de um programa de Saúde Mental com equipe multidisciplinar composta por psiquiatra, psicólogo, assistente social, enfermeiro e médico de família. Durante a pandemia, esse serviço registrou um aumento de demanda de 53%, com predominância de pacientes mulheres (71%) e idade média de 40 anos.

“Diante de um aumento substancial do número de casos de adoecimento mental em meio a uma pandemia, a telessaúde tem cumprido um papel fundamental no acompanhamento e manutenção do tratamento dos pacientes, verificando evidências de melhora ou de agravamento do quadro em tempo oportuno de intervenção”, explica a psicóloga e coordenadora do Programa de Saúde Mental da Amil, Nathalia Pereira.

Com informações de Agência Estado 

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