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segunda-feira, 8 agosto 2022

Trump assina ordem executiva de liberdade religiosa

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Foto: Reprodução/Twitter

A ordem assinada pelo presidente Donald Trump destina US$ 50 milhões para programas que lutam pela liberdade religiosa internacional

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva destinando US$ 50 milhões de dólares (R$ 255 milhões) ao Departamento de Estado por causas relacionadas ao avanço da liberdade religiosa internacional. O Secretário de Estado Mike Pompeo vai desenvolver planos de ação específicos de cada país para priorizar a liberdade religiosa.

A ordem, assinada por Trump na terça-feira (1), diz: “A liberdade religiosa, a primeira da América, é um imperativo moral e de segurança nacional. É para todas as pessoas em todo o mundo é uma prioridade da política externa dos Estados Unidos, e os Estados Unidos respeitarão e promover vigorosamente essa liberdade”.

Executiva de liberdade religiosa

Segundo o documento, Mike Pompeo tem 180 dias para consultar o administrador da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional e desenvolver um plano para priorizar a liberdade religiosa internacional. Isso diz respeito ao planejamento e implementação da política externa dos EUA e em programas de assistência externa do Departamento de Estado e da USAID.

Outra determinação à Pompeo, segundo o documento é chefiar chefes de missão em países incluídos na lista de “países de particular preocupação” do Departamento de Estado dos EUA para “incentivar os governos anfitriões a progredir na eliminação de violações da liberdade religiosa”.

Treinamento

Além disso, os funcionários do serviço público de relações exteriores devem receber treinamento sobre questões de liberdade religiosa internacional a cada três anos.

“Dentro de 90 dias da data desta ordem, os chefes de todas as agências que designam pessoal para cargos no exterior devem enviar planos ao Presidente, através do Assistente do Presidente para Assuntos de Segurança Nacional, detalhando como suas agências incorporarão o tipo de treinamento, diz o documento.

Para o Rev Johnnie Moore, que serviu como comissário da Comissão Americana de Liberdade Religiosa Internacional, a ordem é “histórica”. Ele observou que “claramente, em parte se destina a confrontar um comunismo ressurgente tipificado pelo PCC da China”.

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