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domingo, 29 novembro 2020

Terror: Ataques na França podem ser o estopim para um novo conflito mundial?

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Especialistas afirmam que os jihadistas devem dar trabalho caso não haja uma estratégia inteligente para combatê-los

A França sofreu um golpe trágico na noite de 13 de novembro, um massacre que voltou os olhos do mundo mais uma vez para a onda de terror espalhada por extremistas islâmicos. O que se pergunta é o que está por vir em meio a essa batalha sangrenta e qual a verdadeira motivação para essa guerra?

Mais do que fundamentalismo religioso pregado pela jihad islâmica (mobilização que quer derrubar Israel e criar um Estado de controle palestino), questões políticas e socioeconômicas contribuem para que se aumente a cada dia a atuação do terrorismo e de adeptos às suas crenças.

São dezenas de organizações que usam a interpretação radical do Alcorão, livro sagrado do Islã, para assombrar o planeta. Por conta dos últimos atentados e da ocupação de parte do território iraquiano e da Síria, o Estado Islâmico (EI) tem ficado em evidência, mas Hezbollah, Al-Qaeda, Talibã e Boko Haram são outras frentes mais conhecidas internacionalmente, todas com militantes jihadistas.

Os especialistas afirmam que esses radicais podem não criar uma nova guerra mundial, mas a tendência é de que cada vez mais as suas ações se estendam e deem trabalho ao Ocidente, principalmente aos países que tentam brigar contra as estratégias terroristas, como Estados Unidos e França. Além disso, o movimento migratório facilitado nesses locais contribui para as idas e vindas de islâmicos fundamentalistas.

 “É preocupante a forma como a situação está caminhando. Não acredito em nova grande guerra, mas o terrorismo vai dar trabalho; vai inclusive diminuir os direitos humanos para esses casos. Israel controla relativamente o terrorismo, mas em países iberodemocráticos como a França é mais difícil controlar a circulação deles, e aí o modelo utilizado de democracia fica afetado”, explica o professor de História da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Sérgio Feldman.

Ainda não se sabe qual a principal motivação para que jihadistas abrissem fogo na França naquela noite, matando 130 pessoas e deixando mais de 300 feridas. Mas Feldman acredita que a questão socioeconômica  é a que mais pesa, a qual somada à religiosa contribui para que o grupo consiga reunir mais adeptos às suas ideologias.

 “Os países do Oriente Médio e da África, onde esses grupos nascem, vivem em extrema pobreza, têm baixo desenvolvimento econômico. Na Europa, os descendentes se sentem marginalizados. Quem tem família, casa, escola, plano de saúde, uma vida estável, não vai sair matando ninguém. Então, é preciso melhorar as condições de vida dessas pessoas para que elas não sejam convencidas a matar ou morrer pelas ideias extremistas”, ressalta.

Os muçulmanos praticam de forma diferente o Islã. Os mais conhecidos são os xiitas, que usam apenas o Alcorão, livro escrito por Maomé que teria sido inspirado pelo anjo Gabriel, como regra e prática. Os sunitas também utilizam a Suna, conteúdo que tem suas orientações escritas com base nas ações do profeta e que exacerba o fundamentalismo que alguns dizem encontrar no Alcorão.

 “Há uma frase de Maquiavel em seu livro ‘O Príncipe’ que, diz assim: ‘aquele que promove o poder do outro perde o seu.’ É indiscutível o poder tanto para o bem quanto para o mal causado pela religião. A ala radical do Islã sabe que a força está em manter as tradições, valorizar cada vez mais o Alcorão, manter o patriarcado de forma extrema e jamais se render a outra religião. Além de não ter limites na procriação, também é preciso converter os ocidentais. E isso tem acontecido com bastante êxito, pois o cristianismo, que é a religião que faz frente direta ao islamismo, não se entende e perde cada vez mais os seus referenciais”, explica o pastor da Igreja Adventista Célio Barcellos.

Todo esse radicalismo, unido ao contra-ataque que vem sendo aplicado pelos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) agora diretamente ao Estado Islâmico, depois do atentado à França, tende a acirrar mais a guerra na Síria em vez de resolver o problema. “Quanto mais violência, ou quanto mais violentas e imediatistas forem as respostas aos ataques, mais violência assistiremos. O combate a esse tipo de terrorismo demanda ações de inteligência, de investigação, que não se encerram e não produzem resultados imediatos”, orienta a professora de Relações Exteriores da Faculdade Santa Marcelina (FASM), Rita do Val Santos.

Para a especialista, existe, sim, ligação dos ataques deflagrados pelo EI na Europa em relação às ações para tirar o poder de Bashar Al Assad, atual presidente da Síria, um dos territórios ocupados pelo grupo terrorista. “Também a política de xenofobia da França, que impede a integração e o acesso a direitos básicos aos estrangeiros é, População síria em desespero por conta dos ataques no país em boa parte, responsável por respostas violentas. A exclusão de estrangeiros, notadamente os de origem árabe, e a proibição do uso do véu muçulmano em órgãos públicos são apenas exemplos das ações de desrespeito, notadamente, aos muçulmanos. A ideologia dos grupos fundamentalistas está justificada no combate aos infiéis dos países que se opõem à formação de Estados muçulmanos. As medidas de cerceamento da liberdade religiosa, a propaganda feita pelo Ocidente contra os árabes, são exemplos do conjunto de medidas que alimentam o ódio e estimulam ações dos grupos extremistas”, afirma.

O Califado
Como se sustenta o Estado Islâmico? A estimativa é de que todo o recurso provém do petróleo retirado de campos controlados no Iraque. Segundo a revista “Foreing Affairs”, são 44 mil barris por dia, vendidos inclusive para países que combatem o terror, como os Estados Unidos. Tais negociações renderam um patrimônio de US$ 2 bilhões.

E o que seria o califado? O objetivo do Estado Islâmico é trazer de volta o território do Islã da era medieval, perdido no decorrer da história. O Islã teve início no século VII e, já naquela época, o profeta Maomé e seus seguidores acreditavam que era preciso expandir seu território e negar os valores ocidentais.

O califado surgiu a partir da morte de Maomé, em 632, para substituir a figura do profeta. O primeiro califa foi seu sogro, Abu Bakr, que tentou em dois anos expandir o território islâmico. “Foi nos séculos 9 ou 10 que o antigo Califado de Damasco (hoje capital da Síria) se dissolveu e foi substituído pelo de Bagdá (atual capital do Iraque). Nesse momento, surgiu a divisão entre sunitas e xiitas, derivados dessas divisões políticas”, explica o professor de Geopolítica e Relações Internacionais da Universidade Aberta de São Paulo José Roberto Bonifácio.

Desde então, radicais islâmicos tentam retomar o califado e garantem que agora, que já detêm o poder em parte da Síria e do Iraque com o califa Abu Bakr al-Bagdadi, vão chegar a toda a região que tinham até a divisão política no século 10 até o ano de 2020.

Islã no Brasil
Apesar de todas as especulações existentes quanto a atentados terroristas no Brasil durante as Olimpíadas 2016, os especialistas descartam essa hipótese. “O comportamento adotado pelo Brasil nas relações exteriores é pautado no respeito, na solidariedade e na adoção de medidas de apoio aos países e aos povos que tenham sofrido com conflitos internos, como é o caso da Síria. O Governo nacional não apoia as ações para a queda de Assad, mas recebe os cidadãos que aqui venham buscar refúgio. Essa posição de respeito à soberania, à diversidade religiosa e cultural, faz do Brasil um país pacifista, e é essa conduta, essa imagem, que nos garante a segurança”, completa a professora Rita.

Cientista político e professor da Ufes, Maurício Abdalla também acredita que, mesmo com Olímpiadas, os terroristas não terão interesse em preparar ataques no Rio de Janeiro. “O Brasil está longe desses conflitos, de qualquer maneira, porque se posiciona nos acordos internacionais com diplomacia e tem participação ativa nas decisões internacionais da ONU”, observa.

As Profecias
Quando casos como esse acontecem, associados a outras tragédias espalhadas pelo mundo, surge a lembrança mais uma vez das profecias estabelecidas para a volta de Jesus, propagadas pelo cristianismo. Ainda assim, pastores ressaltam que não necessariamente esse é o último sinal.

“Quando não tratam especificamente de Cristo Jesus, as Escrituras predizem acontecimentos entre o intervalo da Primeira e da Segunda Vindas de modo universal. Ou seja, não há uma passagem nas Escrituras que prevê o que aconteceu isoladamente na França. No entanto, podemos e devemos encontrar nas passagens bíblicas indicações de que esses acontecimentos ‘sinalizam’ o que foi predito e precisam ser observados e interpretados. Nos Evangelhos, nas Epístolas e no texto de Apocalipse há muita informação de sinais gerais presentes entre a Primeira e a Segunda Vindas de Cristo. Desse modo, a mensagem de Mateus 24. 6 e 7 é essencial, uma vez que é repetida nos Evangelhos Sinóticos. Nas palavras de Cristo, haverá um tempo de guerras, de nação contra nação, de conflitos. Mas esse texto também destaca que ‘ainda não é fim’. Por conseguinte, Jesus complementa a mensagem profética dizendo: ‘Porém tudo isso é o princípio das dores’. Então, é fato que nas Escrituras situações de ‘conflito’ são preditas e estarão presentes, porém ainda não é fim, antes é o começo das dores”, explica o capelão da Universidade Presbiteriana Mackenzie, reverendo José Carlos Piacente Júnior.

Confira esta matéria em áudio.

Conheça os principais grupos terroristas
São muitos os grupos terroristas no mundo, mas os que têm mais notoriedade no momento são os quatro descritos seguir:

Al-Qaeda
Origem: Afeganistão, 1988, após a expulsão da União Soviética do país.

Atuação: Afeganistão, Paquistão, Quênia, Síria, Índia, Somália; ações eventuais em países da Europa e dos Estados Unidos.·.
Objetivo: Combater a influência ocidental nos países muçulmanos, atacando inclusive governos islâmicos considerados “liberais demais”, e implantar a sharia, o código moral islâmico interpretado de forma extrema pelo grupo. O assassinato de civis, por exemplo, é permitido em prol dos objetivos dos terroristas. A Al-Qaeda ganhou notoriedade após os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos e espalhou o terrorismo por países do Ocidente, do Oriente Médio e da África, influenciando organizações como Estado Islâmico, Al-Shabaab e Boko Haram.
Atentados notórios: EUA, 11 de setembro de 2001 (Nova York e Pentágono, cerca de 3.000 mortos); embaixadas americanas em Dar es Salaam, Tanzânia, e Nairóbi, Quênia, em 7 de agosto de 1998 (224 mortos); distrito turístico de Bali, Indonésia, em 12 de outubro de 2002 (202 mortos).

Talibã
Origem: Afeganistão e Paquistão, 1994. 

Atuação: Afeganistão e Paquistão.
Objetivo: Outro nome que ganhou as manchetes pelos atentados de 11 de setembro. O grupo governou o Afeganistão de 1996 até a invasão americana de 2001, quando foi tirado do poder pelos Estados Unidos pela acusação de proteger Osama bin Laden e terroristas da Al-Qaeda, de quem o Talibã era aliado. Mas continuou ativo no país, com a meta de implementar a sharia, assim como no Paquistão, onde tem o nome de Tehrik-i-Taliban Pakistan e promove sucessivos ataques. O governo paquistanês, que já foi próximo da organização na época do domínio talibã no vizinho Afeganistão, tenta dialogar com os terroristas em seu país, sem sucesso.
Atentados notórios: Massacre em escola de Peshawar, no Paquistão, 16 de dezembro de 2014 (145 mortos, incluindo 132 crianças); ataque a um mercado em Mohmand Agency, Paquistão, em 9 de julho de 2010 (104 mortos); tentativa de assassinato da adolescente ativista Malala Yousafzai, ganhadora do prêmio Nobel da Paz de 2014, em 9 de outubro 2012. O Tehrik-i-Taliban Pakistan assumiu a autoria dos três atos.

Estado Islâmico
Origem: Iraque e Jordânia, 1999, como “Organização do Monoteísmo e Jihad”.

Atuação: Iraque, Líbia e Síria.
Objetivo: Dissidente da Al-Qaeda no Iraque, o grupo se estruturou e tomou o mundo de surpresa no ano passado, quando conseguiu ocupar territórios e criar um califado entre a Síria e o Iraque, onde hoje se concentra. Mesmo sofrendo constantes ataques aéreos dos Estados Unidos e sendo combatido por Egito, Jordânia, Iraque e Síria, além de forças curdas, o Estado Islâmico assusta tanto pelo avanço militar quanto pelos brutais assassinatos cometidos contra reféns e cidadãos, vistos como inimigos do regime. O grupo também governa a partir da sharia, o código moral islâmico interpretado de forma radical, e quem a desrespeita está sujeito a tortura e morte. Seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, é apontado pelos terroristas como sucessor de Maomé, e o EI exige que os muçulmanos prestem sua devoção a ele.
Atentados notórios: O domínio do grupo nos territórios sírio e iraquiano frequentemente deixa vítimas, mas o grupo também pratica assassinatos emmassa: um dos mais famosos foi entre 12 e 15 de junho de 2014, quando cerca de 1.700 soldados iraquianos teriam sido mortos pelos terroristas em Tikrit. Agora, assumiu a autoria de dois atentados na França, contra o jornal Charlie Hebdo, em 7 de janeiro deste ano, onde 12 pessoas foram mortas, e contra um supermercado kosher, onde houve mais cinco assassinatos. No dia 13 de novembro, as ofensivas atingiram Paris, no Stade de France, em restaurantes e na casa de shows Bataclan, e deixaram até o momento 130 mortos.

Boko Haram
Origem: Nigéria, 2002.

Atuação: Nigéria, Chade, Níger e Camarões.
Objetivo: O Boko Haram é mais um que busca a implantação da sharia, que seria incorporada na Nigéria, o país mais populoso da África, a partir de um golpe. Os terroristas têm sua base no norte do país, de maioria muçulmana, onde dominam um território de aproximadamente 32 mil km². Mas o sul, região da capital, Lagos, e majoritariamente cristã, também começa a sentir as ameaças. Os sequestros e os assassinatos em massa, no entanto, ocorrem principalmente no norte e na área central do país. Nigéria, Camarões e Chade, com apoio técnico e financeiro dos Estados Unidos, tentam combater o Boko Haram.
Atentados notórios: Sequestro de 276 garotas de uma escola em Chibok em abril de 2014 (219 ainda estão desaparecidas); sequestro da mulher do vice-presidente de Camarões em julho de 2014 (foi liberta em outubro); assassinato em massa em Baga em janeiro de 2015 (pelo menos 150 mortos, número que pode chegar a 2.000, segundo a entidade Human Rights Watch).

 

Os números do Estado Islâmico

Combatentes

A estimativa é de que varie entre 30 mil e 50 mil combatentes atuando pelo Estado Islâmico. Muitos deles são ex-soldados do Exército iraquiano, forçados a se unirem ao grupo, conhecido como Estado Islâmico no Iraque e com o Isis na Síria; outros foram recrutados.

Ocidentais
O grupo é conhecido por recrutar estrangeiros para participarem dos seus ataques. A estimativa é de que haja 12 mil combatentes que não são da Síria

e do Iraque, reduto do EI; entre estes 3 mil seriam ocidentais, inclusive do Brasil. Só os britânicos, estima-se que sejam cerca de 500, entre eles o inglês Jihad John, que teria sido morto na Síria um dia antes do ataque à França, por um drone norte-americano.

Patrimônio
O valor aproximado de dinheiro e bens do Estado Islâmico é estimado em US$ 2 bilhões, de acordo com especialistas em terrorismo. O dinheiro viria dos campos de petróleo e usinas minerais existentes no território invadido no Iraque e na Síria e dos bancos saqueados por eles também nos dois países.

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