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sexta-feira, 27 março, 2020

Exclusivo – Missionária na Tailândia fala sobre resgate dos meninos

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“O clima aqui é de muita comoção, o povo realmente se uniu em prol dessa causa”

Estas são as palavras de Elisa Dell’Antonio, missionária brasileira que vive na Tailândia. Elisa e o marido, Jhonny, atuam na Missão Ásia para propagar o Evangelho no país. Os poucos cristãos convertidos sofrem perseguição religiosa.

Elisa tem atualizado suas redes sociais sobre a operação de resgate dos meninos na caverna na província de Chiang Rai. À Comunhão a capixaba contou como tem sido a mobilização entre os cristãos tailandeses ao acompanhar o 2° dia resgate dos meninos que entraram na caverna no dia 23 de junho.

Nesta segunda-feira (9), mais quatro adolescentes foram retirados da gruta. No total, oito meninos foram resgatados, restando apenas quatro e o professor. Os quatro resgatados hoje seguiram para o Hospital Chiangrai Prachanukroh, onde se encontram os quatro primeiros retirados ontem da gruta e, segundo as autoridades, passam bem.

“Nós, cristãos e missionários nesse país, também nos solidarizamos com a dor do povo e temos nos unido em oração diariamente por esse caso. Desde o início cremos em um milagre, e já estamos experimentando o agir de Deus”, conta Elisa.

Os brasileiros estão em campo missionário na Tailândia. Foto: Nosso Casulo

A brasileira conta com otimismo sobre um desfecho feliz dessa história. Elisa espera que os tailandeses reconheçam a intervenção divina nessa situação.

“Um amigo tailandês me explicou que houve apenas três vezes em que o país se comoveu desta forma: durante o Tsunami de 2004; em luto pela morte do rei ano passado e dessa vez com a tragédia dos meninos”, explica a missionária que reside na capital Chiang Mai, a 60km do local do ocorrido, em Mae Sai.

Há nove meses residindo na Tailândia, o capixaba André Marion nos contou com exclusividade sobre sua perspectiva sobre o caso. “Os tailandeses estão muito otimistas, apesar da aflição por conta da chuva, sabemos que é uma corrida contra o tempo. Um fator positivo é que eles foram preparados para fazer um piquenique, então eles tinham bastante comida”, explica.

Capixaba André Marion em Chiang Rai, na Tailândia. Foto: Arquivo Pessoal

O brasileiro trabalha como professor na PRC, uma das maiores escolas do país, e disse que o caso o comoveu, porque além de lidar com crianças, ele também costuma frequentar trilhas e cachoeiras.

“O povo Tai é muito alegre, muito pra cima. Eles são bastante conectados com a natureza, e é muito comum esse tipo de atividades por aqui. Eu mesmo saio aos fins de semana, vou para as cachoeiras, e eles estão sempre lá.  As famílias todas reunidas, então é um tipo de atividade muito comum aqui. Não foi a primeira vez que essas crianças estiveram por lá e infelizmente aconteceu isso”, lamenta.

“A partir do momento que eles foram achados, todo mundo ficou muito aliviado, mas quando começamos a ver as notícias de como seria difícil tira-los de lá, surgiu a preocupação. Mesmo assim, o clima por aqui é de otimismo”, conclui o brasileiro.

Entenda

Os 12 adolescentes, com idades entre 11 e 16 anos, e o seu técnico de 25 anos, passaram nove dias nas profundidades da gruta até que dois mergulhadores britânicos localizaram o grupo no dia 2 de julho.

Abatidos, eles estavam sobre uma rocha a mais de quatro quilômetros da entrada da gruta. Devido à ameaça de chuvas e tempestades, as autoridades decidiram começar o resgate ontem (08).

Na operação, estão envolvidos 90 mergulhadores, sendo 50 estrangeiros e 40 tailandeses.


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