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sábado, 28 março, 2020

Companhia aérea boicota chocolateria de dono cristão

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“Não quero parar de lutar pelos meus valores cristãos”, diz CEO de chocolataria boicotada pela Swiss Air por ser cristão

Durante dez anos, caixinhas de bombons Läderach eram dadas a alguns passageiros que voavam pela companhia aérea SWISS. A partir de meados de abril, este já não será mais o caso. Isso aconteceu após o CEO da Läderach, se posicionar contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo e o aborto.

A companhia aérea parou de comprar os chocolates finos em novembro de 2019 de acordo com uma reportagem da revista suíça Beobachter (29) de janeiro. O chefe de marketing da Läderach, Patrick Th. Onken, disse que o divórcio com a SWISS resultou da preocupação da empresa aérea com o posicionamento da chocolateria.

Manchetes como “Rei do chocolate luta contra o aborto e os homossexuais” no jornal Tages-Anzeiger, de Zurique, em setembro do ano passado foi “claramente a gota d’água para a companhia aérea, que tem muitos tripulantes gays”.

A porta-voz da companhia, Meike Fuhlrott, não entrou em detalhes, mas disse que os fatores decisivos ao escolher um fornecedor eram “a qualidade, vários fatores econômicos e a marca adequada”.

Swiss_Air
(Foto: Companhia aérea Swiss Air / Divulgação)

Conversa direta 

Johannes Läderach, evangélico e CEO da empresa, recentemente negou ser homofóbico ou misógino, mas repetiu sua oposição ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e ao direito da mulher de fazer um aborto. “Os negócios continuaram a crescer em 2019, mas temos clientes que já não compram mais com a gente. No entanto, novos clientes entraram na loja”, disse a um jornal de Zurique.

Läderach não disse quantas empresas haviam cortado as relações, mas o chocolateiro ressaltou que “em quase todos os casos uma conversa direta poderia esclarecer a situação”.

“Entendo que se as pessoas valorizem o direito de uma mulher de escolher mais do que o direito à vida de um feto. Mas peço compreensão pela minha opinião”, “Tenho direito a uma opinião diferente”, relatou o CEO.

Os pedidos de boicote foram feitos por associações LGBTQ e ativistas políticos. Em outubro, uma loja em Basileia teve que ser evacuada após um ataque a bomba. Em dezembro, casais do mesmo sexo se abraçaram e se beijaram do lado de fora de uma filial da Läderach em Zug.”

“Ninguém na Läderach é homofóbico – nem a gerência nem a equipe. Temos homossexuais trabalhando para nós. Nós não perguntamos sobre isso. A empresa tem uma política de tolerância zero em relação à discriminação”, protestou Johannes.

Atos de Vandalismo

Fundada pelo avô de Johannes no cantão de Glarus, leste da Suíça, em 1962, a empresa abriu recentemente filiais em Nova York, Toronto e Londres, “que operamos e fornecemos da Suíça. Ela não é a primeira a sentir a pressão depois que os chefes fizeram comentários que muitas pessoas consideram homofóbicos.

No entanto, ele se arrependeu de “atos de vandalismo” em sete lojas. “Aceito que minhas opiniões provoquem resistência. Mas não é aceitável que os funcionários tenham que viver com medo”.

“Não quero parar de lutar pelos meus valores cristãos apenas porque estamos tendo sucesso como empresa. O que conta não é o lucro que obtemos, mas se mantemos nossas convicções”.

*Com informações de Swissinfo 
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