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domingo, 28 fevereiro 2021

A sorte segue a coragem! Será?

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A medida em que as ruas ficaram desertas o mundo virtual se movimentava de maneira frenética, veloz e transbordante.

O que potencializou o ensino a distância e disponibilizou valiosos conteúdos, de grandes profissionais a custo baixo.

Eu estou aproveitando essa oportunidade para mergulhar nos estudos e, principalmente, beber água na preciosa fonte da filosofia, afinal: “Penso, logo existo”.

Faço honrosa menção ao filósofo, professor, palestrante  e escritor Mário Sergio Cortella – do qual me tornei aluno em um dos seus cursos – chamado “Filosofia, E Nós Com isso?”, onde ensina a relação da filosofia com a velhice, com o trabalho e a liderança, com a política, a ética, a religião e a esperança.

A simplicidade da sua comunicação me fez entender, desmistificar, aproximar e distensionar a minha relação com a política, por exemplo.

O professor é autor de mais de 40 livros, dentre eles o que me inspirou para escrever este artigo.

Pois bem, tratemos agora do tema: A SORTE SEGUE A CORAGEM! e da provocativa pergunta que segue os posts do professor nas redes sociais: SERÁ?

Será que podemos atribuir a sorte o protagonismo das bem-aventuranças de uma pessoa em suas conquistas?

No futebol usamos o seguinte pensamento: “Só vontade basta para vencer um jogo? E sem ela se vence?

Ou seja, ela, a vontade, precisa estar presente, assim como a coragem, mesmo que nem sempre como protagonista da história.

O mesmo podemos aplicar a confiança. Levando em consideração o conceito de que confiança não é apenas um sentimento – do tipo: vamos lá vencer porque estamos confiantes, e pronto.

Confiança é produto do fazer bem – é resultado de muito esforço, treinamento, dedicação e aperfeiçoamento.

Pois bem, refletiremos sobre uma afirmação que o livro traz, da qual concordo plenamente: “A sorte segue a coragem, desde que a coragem seja competente.”

Não basta ter “cor-agem” apenas, ou seja, agir com o coração, se ela for apenas instintiva, inconsequente, impensada ou despreparada.

É necessário que ela seja acompanhada de outras competências.

O medo, por exemplo, é irmão siamês da coragem que deve sempre ser considerado, enfrentado e vencido. Coragem, portanto, não é ausência de medo e, sim, enfrentar o medo.

Observe na história bíblica de Gideão, que, primeiramente ele se reconhece como pequeno, fraco, limitado e temente em relação a missão que estava sendo-lhe imposta por Deus. (Juízes 6-15)

Dos trinta e dois mil homens que dispunha para enfrentar os midianitas, Gideão foi instruído a mandar voltar os covardes e medrosos.

Permaneceram dez mil corajosos. Pois bem, se fosse suficiente a coragem, eles seguiriam para a batalha, mas, Deus procurava homens com coragem competente, e, orientou Gideão a manda-los beber água em um rio e os observasse.

Aqueles que bebessem água de joelhos, ansiosamente, sem se importar com o que estava acontecendo à sus volta, deveriam ser dispensados, mas, aqueles que trouxessem a água à boca com as mãos e se mantivessem vigilantes, esses seriam os que ele poderia realmente contar. (Juízes 7: 2-8)

Esses são aqueles que possuem uma coragem vigilante e prudente, do tipo: “Um olho no gato e outro olho na sardinha”

Uma coragem vigilante e preparada, como a do povo japonês que, para conviver com tantos abalos sísmicos(terremotos) espalham sirenes em várias cidades e treinam a população para que saibam o que fazer e para onde ir no momento dos tremores. Esperando o melhor e se preparando para o pior.

Considerando a ideia de que a sorte é uma explicação que não explica, apenas justifica, pois conta muitas das vezes com forças superiores e alheia a vontade humana em varáveis que não dominamos, podemos afirmar nesse caso de Gideão que Deus foi o garantidor da sua boa sorte.

Coroado de glória, assentado em seu alto e sublime trono segue o Senhor, o Todo Poderoso, destemido, incausado, imutável e ingovernável, cuidando de cada um de nós.

Ele nos diz: “NÃO TEMAS!” e nos encoraja a seguir adiante crendo que nem sempre a sorte seguirá a coragem, e até mesmo ambas, muitas das vezes, são insuficientes, mas sempre o Senhor nos seguirá e sustentará em tudo o que fizermos e por onde quer que formos.

Siga bem, em paz e feliz.

Lulinha Tavares é coach esportivo, formado em Educação Física, MBA-FGV/FIFA/CIES, especialista em Psicologia do Esporte, empresário, pastor e líder da Igreja Batista da Graça em Queimados (RJ)

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