Soleimani, o novo Super-Herói

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Foto: Reprodução

A morte do general Soleimani reacendeu uma grande polêmica mundial: a guerra no Oriente Médio

Podemos dizer que 2020 começou com uma “temperatura” um pouco quente!!! A morte do general (e agora super-herói da Marvel) Soleimani reacendeu uma grande polêmica mundial: a guerra no Oriente Médio. O problema é que, nos últimos 10 anos, não teve um “acidente”, um fato, naquela região que pudesse reaquecer os ânimos por lá. Agora não falta mais.

Não estou preocupado com a 3ª Guerra Mundial, pois simplesmente ela não vai acontecer. Ou melhor, ela só existe para a mídia para vender audiência e assustar criancinhas. Mas há um ponto que não podemos desconsiderar: o local de toda essa confusão. O Oriente Médio não é um local qualquer, sem importância no cenário global. Desde o término da 2ª Guerra Mundial, quando a Liga das Nações estabeleceu os países árabes daquele território, a grande disputa se deu em torno da criação do Estado de Israel. Aquela área seria dividida de acordo com a população. Acontece que só havia pouco menos de 100 mil judeus, enquanto existiam mais de 2 milhões de árabes e palestinos, por isso o território de Israel seria mínimo.

Como sabemos, Israel ficou com um território muito maior, criando até hoje um problema com os árabes e os palestinos. Está aqui o estopim de todas as guerras. Aliado a essa situação, a Bíblia nos indica que essa região é uma espécie de termômetro das profecias sobre o fim dos tempos, e isso assusta muito mais do que a morte do Soleimani. No fundo, todos os árabes e persas agradecem aos EUA pela morte do novo super-herói, pois só assim podem sonhar em destruir Israel e a Igreja, com a volta de Cristo.

O TAPA

Não passaram despercebidos pela imprensa os dois tapas que o Papa Francisco deu na japonesa que segurou sua mão no dia 31 de dezembro. Nem a cara de zangado (imitando a Greta) que fez depois. Por que o papa teria ficado impaciente? No dia seguinte, ele mesmo pediu desculpas à japonesinha pelo mau exemplo e, antes que alguém falasse algo contra, disse que “toda forma de violência infringida à mulher é uma blasfêmia contra Deus, que nasceu de uma mulher”. Era melhor ter ficado calado.

Perdoe-me, seo Papa, mas acredito que a emenda piorou o soneto. Primeiro, violência infringida seria violência desobedecida, transgredida. Ou é violência ou é transgressão. Não seria “infligida” = submetida, penalizada. Será que estou sendo rigoroso com o papa?

Segundo, “é uma blasfêmia contra Deus”. O problema é que a Bíblia diz que toda blasfêmia contra Deus não é perdoada (Mt 12:31), ora, então o papa cometeu um pecado imperdoável, e quem comete pecado imperdoável… não vai para o céu. Logo, o Papa não vai para o céu! (foi ele que disse).

Terceiro, seo papa, quem nasceu de uma mulher foi Cristo, e não Deus. Pode parecer provocação, mas, sendo papa, não deveria confundir as divindades. Tem muita gente que acredita piamente no que você fala.

Esse tapa deve estar doendo até agora, mais no papa do que na japonesinha.

Por Pr. José Ernesto Conti


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