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segunda-feira, 21 junho 2021

Será que a voz do povo é a voz de Deus?

“A cultura é aprendida e absorvida, em grande parte, por imitação. Se precisamos imitar, que tenhamos o melhor modelo diante de nós: Jesus!”

Por Marlon Max

A cultura brasileira é rica em todas as suas manifestações, o que nos confere uma identidade única entre os povos. A sabedoria popular, um conhecimento transmitido por gerações, merece papel de destaque ao buscar oferecer explicações para fatos corriqueiros e complexos do cotidiano.

Na Bíblia, também merece destaque a sabedoria. Mas segundo a autora, essa sabedoria não é popular. No livro “A Voz do Povo e a Voz de Deus”, publicado pela Mundo Cristão, encontramos lições para a vida cotidiana.

É nesse diálogo respeitoso entre a sabedoria bíblica e a sabedoria popular que se insere o livro. Ágatha Heap analisa vinte ditos populares à luz das Escrituras, o que faz deste livro uma ferramenta de grande valia para uma discussão saudável sobre fé e cultura. Em quais há concordância, discordância ou eventuais ressalvas é o que você descobrirá nesta obra surpreendente.

O ser humano começa seu aprendizado de vida por imitação e vai se moldando de acordo com os que o cercam, afirma um trecho do livro. “A cultura à nossa volta procura nos moldar, mas a sabedoria popular, ainda que tenha seu valor, não é a instrutora mais adequada para a nossa vida. Carecemos de modelos sólidos, eternos, e Jesus é o melhor padrão de como devemos viver. Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14.6)”, explica.

A voz do Povo e a Voz de Deus_CAPA ABERTA.cdr
Clique e leia o primeiro capítulo do livro de Ágatha Heap

Confira os ditados populares citados no livro:

Pimenta nos olhos dos outro é refresco;
O falar é prata e o ouvir é ouro;
Farinha pouca, meu pirão primeiro;
Tempo é dinheiro;
Quem tudo quer, nada tem;
Quem não se comunica, se trumbica;
Diga-me com quem andas e te direi quem és
Barriga vazia não conhece alegria;
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento;
Falar é fácil, difícil é fazer;
Deus é Pai, não padrasto;
Presunção e água benta cada qual toma a que quer;
Um dia é da caça, outro do caçador;
O machado esquece, mas a árvore recorda;
Cada um por si, Deus por todos;
Tanta lida para tão pouca vida;
Antes só do que mal acompanhado;
Manda quem pode, obedece quem tem juízo;
Cavalo dado não se olha os dentes;
Em terra de cego, quem tem olho é rei;

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