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sábado, 10 abril 2021

Ricardo Oliveira: “Não tenho de que me gloriar”

O jogador Ricardo Oliveira completou 40 anos nesta semana. Em suas redes sociais, ele contou sua trajetória na pregação do Evangelho no futebol. Confira!

Artilheiro com passagens marcantes por Portuguesa, São Paulo e Santos, o paulistano Ricardo Oliveira completou 40 anos nesta quarta-feira (06). Atualmente jogador do Atlético Mineiro, o atacante falou sobre sua trajetória no futebol e também na pregação do Evangelho em suas redes sociais.

Com o texto intitulado “não tenho do que me gloriar”, Ricardo disse que quando foi chamado para a obra de Jesus, morava na favela do Carandiru, na zona norte de São Paulo.

“Aos olhos humanos nada de bom poderia vir daquele lugar. As humilhações eram frequentes. As incertezas desesperadoras. A fome uma realidade. As drogas um pesadelo. Muitos amigos se foram por caminhos tortos que os levaram à morte”, escreveu.

O jogador relatou a dua realidade que viveu em Carandiru. “Com 11 anos visitei meu irmão preso no pavilhão 9 do Carandiru. Morei de favor, e comia do lixo. Catava papelão na rua para ajudar minha mãe em casa. Nunca roubei nada de ninguém. Pedir nos faróis era um escape. Eu fiz de tudo, e honestamente para ajudar minha mãe”.

Trajetória e Promessa de Deus

Até que, em 1999, ele atendeu ao chamado de pregar o Evangelho. “Jesus fez promessas de me levar aos quatro quantos da Terra para pregar o seu Evangelho. Não me falou como o faria. Não me disse que eu seria um jogador de futebol. Não me prometeu fama. Não me prometeu tirar da pobreza. Só me fez o convite para fazer parte do seu propósito”, contou.

Ele falou sobre sua trajetória. “Quando eu me dei conta, já estava dentro do palácio Real de Madrid cumprimentando o Rei da Espanha, Don Juan Carlos I. Nesse país eu preguei o Evangelho de Cristo. Depois fui para a Itália. Ali também preguei o Evangelho de Cristo.

Em 2006 minha irmã foi sequestrada, e ficou 5 meses e meio em cativeiro. Depois fui conduzido pelo Senhor a terra dos Emirados Árabes Unidos. Ali eu também preguei o Evangelho de Cristo. Fui conduzido até o palácio do Sheik em honra”, acrescentou.

“Eu só estou falando de uma glória que não é minha. O Evangelho que eu prego não é meu. Eu não me orgulho da maneira que prego o Evangelho de Cristo. Eu só estou fazendo o que Cristo me chamou para fazer. Em todos os clubes que eu passei, preguei o Evangelho de Cristo. Deus nos criou com a capacidade de experimentar uma gama de emoções, a fim de refletir em nós a sua imagem”, destacou o jogador. “Ele é o motivo”.

Veja o testemunho do jogador em vídeo

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