A religiosidade que Jesus tanto combateu

Hoje vivemos a mesma velha estratégia de religiosidade contemporânea, vendendo culpa e colhendo indulgências, inimigos da cruz e adversários da graça

Jesus foi um facilitador por natureza e propósito. Sua mensagem e sua proposta deixaram furiosos e inseguros os religiosos de seu tempo. Eles haviam dificultado e monetizado a relação entre os homens e Deus.

Então aparece Jesus dizendo-se ser  “o caminho”. Isso era uma afronta ao esquema montado para os tais cobradores de pedágio na jornada da fé. Além desse fator, outro ainda tão descabido era o reducionismo de suas propostas sistêmicas de engessamento burocrático de comunhão entre Deus e os homens.

Jesus se opõe frontalmente a esse “comércio” de coisas santas. Toda proposta religiosa se opõe ao propósito de Cristo. Elas tentam ligar o homem a Deus por meio de seus esforços indulgentes, mas Jesus aparece oferecendo Sua vida como sacrifício. É a entrega que liga e que une Deus aos homens.

Hoje vivemos a mesma velha estratégia dos religiosos contemporâneos: vendendo culpa e colhendo indulgências, inimigos da cruz e adversários da graça.


leia mais

Estudo afirma que religiosidade na terceira idade faz bem
Uma batalha chamada religiosidade