Mais de 5 bilhões de pessoas – quase três quartos da população global – vivem nos 25 países mais populosos do mundo. O Brasil teve níveis “moderados” de restrições governamentais, enquanto os outros quatro tiveram níveis “baixos”. Dentro da categoria de restrições governamentais, nenhum país entre os 25 mais populosos experimentou uma grande mudança (2 pontos ou mais) em sua pontuação. 

Olhando apenas para as restrições do governo à religião, os países com os níveis mais altos desse grupo de 25 foram China, Rússia, Irã, Indonésia e Egito. Todos tiveram pontuações “muito altas” no Índice de Restrições Governamentais (GRI). Enquanto isso, os níveis mais baixos de restrições governamentais nesse grupo foram registrados no Japão, África do Sul, República Democrática do Congo, Filipinas e Brasil. O Brasil teve níveis “moderados” de restrições governamentais.

Em vários dos países mais populosos, os níveis de restrições do governo espelhavam as hostilidades sociais. Por exemplo, o Japão teve uma classificação “baixa” tanto no GRI quanto no SHI, a Itália e os EUA tiveram pontuações “moderadas” em ambos os índices, e o Egito teve restrições governamentais e hostilidades sociais “muito altas”. Em outros países, os níveis GRI e SHI foram muito diferentes. Na China, por exemplo, as restrições governamentais continuaram a cair na categoria “muito alta”, enquanto as hostilidades sociais permaneceram em um nível “baixo”. O Irã tinha restrições governamentais “muito altas” e hostilidades sociais “moderadas”. Por outro lado, a Nigéria teve uma pontuação “moderada” no GRI e uma pontuação SHI “muito alta” em 2020.