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quinta-feira, 9 abril, 2020

Mais de 800 venezuelanos entram no Brasil

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Fronteira entre os dois países foi reaberta na última sexta (10). Em vídeo, general venezuelano disse que o país é comandado por comunistas cubanos

Mais de 800 venezuelanos entraram no Brasil neste fim de semana após decisão do governo do presidente Nicolás Maduro reabrir a fronteira com o Brasil. A informação é da Operação Acolhida.

Desde o início da crise migratória na Venezuela, as Forças Armadas, que comandam a operação, mantêm um Posto de Recepção e Identificação na fronteira, onde os venezuelanos que chegam passam por uma triagem, recebem assistência médica, são vacinados e podem solicitar refúgio ou residência temporária ao governo brasileiro.

Na sexta (10), além de voltar a liberar o tráfego de veículos entre Pacaraima, em Roraima, e Santa Elena de Uairén, no estado de Bolívar, o governo de Maduro permitiu o livre acesso a Aruba.

O fechamento da fronteira foi mais um episódio na crise política e humanitária que se instaurou na Venezuela nos últimos anos, motivando milhões de venezuelanos a deixarem o país fugindo da situação de falta de segurança, de alimentos e de remédios e dos problemas na prestação de serviços públicos. A maioria destes imigrantes buscou refúgio na Colômbia, país que, segundo algumas estimativas, já recebeu mais de 1,2 milhão de venezuelanos.

Muitos venezuelanos vieram para o Brasil, entrando por Roraima. De acordo com o escritório brasileiro da Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), até março deste ano, mais de 240 mil venezuelanos ingressaram em território brasileiro alegando fugir da instabilidade política em busca de melhores condições de vida.

O presidente Jair Bolsonaro, que mantém firme apoio a Guaidó, avaliou a reabertura da fronteira. “Foi uma medida inteligente da parte dele”, disse em referência a Maduro.

Desde que a entrada de venezuelanos começou a aumentar, há quase dois anos, o Brasil recebeu cerca de 70 mil cidadãos do país vizinho. Eles são atendidos pelo programa Operação Acolhida, que envolve 11 ministérios, possui apoio e engajamento de organizações da sociedade civil e de diversas agências da Organização das Nações Unidas (ONU).

Além de receber os venezuelanos, essa operação ajuda na incorporação dessas pessoas ao mercado de trabalho e promove a integração delas na sociedade brasileira.

Divisão

Um general venezuelano pediu às Forças Armadas que se levantem contra o presidente Nicolás Maduro, que tem contado com o apoio dos militares para se manter no poder, apesar do grave colapso econômico no país.

Ramón Rangel, que se identificou como general de divisão da Força Aérea, disse que o governo venezuelano está sendo controlado pela “ditadura comunista” de Cuba — um dos principais aliados de Maduro.

“Temos que encontrar uma maneira de nos livrar do medo, sair às ruas, protestar e procurar uma união militar para mudar esse sistema político”, disse Rangel, vestido de terno e com uma cópia da Constituição na mão, em um vídeo postado no YouTube no domingo. “É hora de se levantar.”

Oficiais que abandonaram Maduro fugiram do país, e os altos escalões militares –mais notavelmente aqueles que comandam as tropas– continuam a reconhecer Maduro como presidente.

*Com informações da Agência Brasil e G1


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