Prostituição Chique!

“Deus os entregou à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si.”

Li semanas atrás um artigo no mínimo assustador. O texto defende que em plena Paris – a cidade onde as mulheres conseguiram obter o auge da sua liberdade; a cidade das maiores feministas do século passado, como Simone de Beauvoir, Coco Channel, Edith Piaf e Suzanne Borel; a cidade que se orgulha da sua liberalidade e “egalité”, ou seja, que defende com unhas e dentes o direito total das mulheres – é preciso aceitar que as adolescentes se prostituam só porque é moda.

A pergunta que fazemos é: valeu a pena toda essa liberdade cujo resultado é a própria degradação da sociedade? Há quem diga que a prostituição é uma forma de liberdade da mulher, pois ela faz o que quer com seu corpo. Isso é uma mentira, pois quem paga 100 euros por uma hora de sexo é quem dita as regras. É ele (o homem) que determina o que quer e como quer. E a mulher passivamente obedece, senão não recebe! Alguns podem dizer que esse é um trabalho digno. Dignidade se conquista com respeito, e não vendendo o corpo.

É para isso que serve a liberdade e a igualdade conquistadas pelas mulheres? Foi para isso que elas lutaram? Para ir para uma cama com quem paga o melhor preço pelo corpo? Entende agora o que Paulo nos diz em Romanos? “Deus os entregou à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si.” O pecado cobra caro o desejo humano.


Por José Ernesto Conti

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