Professores cristãos são perseguidos na Colômbia

Professora ensina em sala de aula (Foto: David Mark)
Professora ensina em sala de aula (Foto: David Mark)

Nesta terça-feira (15) de outubro, Dia dos Professores, conheça a história de professores cristãos perseguidos na Colômbia

Neste terça-feira (15) de outubro, é celebrado o Dia dos Professores. Assim, conheça a realidade de muitos professores colombianos que atuam em áreas tribais. Enfim, a realidade é que muitos educadores cristãos tem suas licenças negadas, ou são presos, entretanto persistem no trabalho.

Cerca de seis ano atrás, nas montanhas do sudeste da Colômbia, a escola “La Esperanza“, iniciou suas atividades. Assim, o pequeno centro educacional com 39 alunos de 5 a 15 anos, fornece a filhos de cristãos indígenas perseguidos um local para viverem em liberdade.

Aron, diretor da escola, foi abordado por autoridades e removido de suas funções, pois foi acusado por “ensinar ilegalmente em uma escola não aprovada por lei”. Além disso, as autoridades indígenas são líderes de territórios considerados “Entidades Territoriais Indígenas”. Assim, essas comunidades atuam como um “país” dentro de outro país “Colômbia”.

A lei nessas comunidades é definida pelas comunidades, e a educação cristã é vista como inimiga. Entretanto a Constituição colombiana diz que todos tem o direito de professar sua fé, e a defesa desses direitos é completamente realizada neste país. Porém, nas reservas indígenas da Colômbia, professar a fé é considerado crime.

YOBANI YOINO E ARON

Yobani Yoino, um professor cristão, ficou na prisão por cerca de três anos sob falsas acusações. Dessa forma, o professor foi acusado de ensinar em uma escola ilegal. Segundo a Organização das Nações Unidas, a educação é um direito fundamental  e deve ser defendido pelos governos do mundo.

O professor Aron, anteriormente preso, foi solto, entretanto as acusações permanecem. Assim, autoridades reúnem falsas evidências com objetivo de atacar lideranças de escolas cristãs. Aron vive momentos de dificuldades, mas não está sozinho.

Assim, uma comunidade indígena, denominada Nasa, tem mobilizado orações. Segundo a comunidade o professor não está sozinho. Além disso, a equipe da organização Portas Abertas está pesquisando e participando do caso. Juntamente oferece treinamento para professores, e no ano passado, organizaram o Congresso Nacional de Jovens Nasa, do qual participaram 1,2 mil cristãos evangélicos.

*Da redação, com informações de Portas Abertas 


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