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quarta-feira, 8 dezembro 2021

Pregador de rua, multado por evangelizar, é absolvido na Justiça

“Eu tinha um microfone, um alto-falante sobre rodas e uma mensagem do Evangelho de que você pode ser salvo por meio da fé em Cristo”

Por Marlon Max

Magistrados em Londres determinaram que um pregador de rua cristão, que foi multado e processado, tinha o direito de evangelizar e se reunir durante o confinamento. O jovem Joshua Sutcliffe, de 31 anos, estava pregando com um amigo e distribuindo panfletos em Londres durante a sexta-feira santa em abril de 2020.

Na ocasião, Sutcliffe e seu amigo foram abordados pela polícia inglesa e que insistiram para que encerrasse a atividade — alegando restrições inposta pelo lockdown da pandemia. O jovem evangelista ousou discordar dos policiais e se defendeu dizendo que estava ao ar livre e portanto não levava risco a ninguém.

Quatro policiais alegaram que ele estava ao ar livre sem uma desculpa razoável e estava violando os regulamentos do governo Covid. Ele explicou aos oficiais que era pastor e líder de louvor e, portanto, tinha permissão para prestar serviços de caridade ao ar livre. No entanto, ele foi advertido e recebeu uma notificação de multa fixa de 60 Euros.

Em entrevista ao site inglês Premier Christian News, ele disse: “Eu tinha um microfone, um alto-falante sobre rodas e uma mensagem do Evangelho de que você pode ser salvo por meio da fé em Cristo e se afastar do mundo e se voltar para Cristo”, relatou.

Segundo o evangelista conta sua programação acontecia sem problemas e agradava quem passava no local. “Muitas pessoas estavam ouvindo e distribuímos folhetos para o público também. Era apenas um alcance geral, mas era Sexta-Feira Santa, então havia um peso adicional para o que estávamos fazendo. Obviamente, fiquei muito chateado porque entendo que era um momento sério para o país e as nações, mas senti que estávamos dentro dos nossos direitos e agindo de acordo com as diretrizes”, esclareceu.

Insatisfeito com a situação, Sutcliffe contestou com sucesso a multa no Tribunal de Magistrados da Cidade de Londres no início julho deste ano. Em julgamento, o juiz disse: “Consideramos o réu inocente de todas as acusações. Descobrimos que o réu estava fora e que tinha uma desculpa razoável, pois estava viajando para seu local de trabalho, como líder de louvor”, declarou.

Com informações Premier Christian News

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