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domingo, 28 novembro 2021

Pós-pandemia: Libertinagem sexual e descontrole financeiro

Sociólogo americano, Nicholas Christakis, acredita que estamos vivendo o fim do princípio da pandemia e prevê retomada global só em 2024. Entenda:

Por Keila Lopes

A geração deste século vive a pior pandemia da história, e com isso, tem convivido com o medo, insegurança e incertezas. O dia de amanhã, sempre foi algo incerto, mas se tornou ainda mais evidente, após a descoberta da circulação do novo coronavírus.

A letalidade do vírus que provoca a Covid-19 obrigou a população do mundo a ficar confinada nas suas casas, longe de familiares, amigos, trabalho e convívio social. O lazer é algo que foi extinto da rotina, pelo menos por um tempo, mas a retomada de todas essas atividades, com segurança, ainda são consideradas incertas.

No Brasil, já foram confirmados 8.996.876 casos da doença e 220.161 mortes.  Cerca de 2.157.355 pessoas perderam a vida para a doença no mundo. Segundo os especialistas em saúde, o controle da pandemia só será possível com a vacinação de toda a população, mas as discussões em torno das vacinas, que foram desenvolvidas em tempo recorde, ainda estão longe de terminar.

Pós-pandemia

O sociólogo, médico e professor de Ciências Sociais e Naturais da Universidade de Yale, nos EUA, Nicholas Christakis, foi além no seu livro Apollo’s Arrow: the Profound and Enduring Impact of Coronavirus on the Way We Live (“A Flecha de Apolo: o Impacto Profundo e Duradouro do Coronavírus na Maneira como Vivemos”, em tradução livre).

O especialista não acredita numa imunidade de rebanho tão logo, e prevê uma possível normalidade, em 2024, momento em que as pessoas vão tentar retomar a vida de maneira muita intensa. “As pessoas buscarão implacavelmente as interações sociais”.

O escritor reforça ainda que esta pandemia mudou nossas vidas de maneira que irão testar, mas não derrotar, nossa já desgastada cultura coletiva. Além disso, viveremos um período intermediário, e no pós-pandemia poderá surgir uma época de libertinagem sexual e falta de controle nos gastos.

*Com informações BBC e The Guardian

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