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sexta-feira, 27 maio 2022

Petição contra ataques à pastores na Angola; Entenda!

Universal_Angola
Foto: Reprodução

A União Nacional das Igrejas e Pastores Evangélicos (Unigrejas) criou uma petição contra ataques à pastores na Angola. 65 missionários e pastores brasileiros estão sob ameaça no país africano

A União Nacional das Igrejas e Pastores Evangélicos (Unigrejas), está promovendo um abaixo-assinado como repúdio a violência contra pastores e missionários brasileiros na Angola, na África. A Unigrejas representa mais de 50 mil pastores de diferentes igrejas no Brasil

“Os recentes acontecimentos de manifesta violência à ordem Constitucional assombraram a Unigrejas. E como representante ativa de milhares de ministros evangélicos no Brasil, vem manifestar o seu repúdio frente à omissão das autoridades angolanas”, diz a nota de repúdio.

Segundo a Unigrejas, diante das violências que está acontecendo no país africano, mostram o desrespeito com que as autoridades Angolanas vêm tratando a violação à ordem Constitucional de seu próprio país. A organização também alega que as autoridades locais têm ignorado o direito à propriedade, a ampla defesa e o contraditório, os direitos sociais, a segurança a preservação da vida e da liberdade religiosa.

“As autoridades preferem se manter omissas e inertes, assistindo passivamente a subversão da ordem social, da segurança jurídica e da paz social do povo angolano, que é tão amigável e irmão de todos os Brasileiros. Tal atitude apenas incentiva a violência, o crescente ódio religioso demonstrado, a xenofobia, o racismo e o preconceito”, diz o documento.

Petição

Mais de 91 mil pessoas já assinaram o documento. A petição pode ser assinada pela internet. O Bispo Eduardo Bravo, presidente da Unigrejas, destacou que as autoridades não têm respeitado os brasileiros, tampouco, a constituição do país.

“É flagrante o desrespeito com que as autoridades angolanas vêm tratando a violação à ordem Constitucional de seu próprio país, bem como têm ignorado o direito à propriedade, à ampla defesa e o contraditório, desrespeitam os direitos sociais, a segurança, a preservação da vida e da liberdade religiosa”, declarou.

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