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quinta-feira, 9 julho, 2020

Pastores, parem de pregar

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Por Josué Campanhã

Há algum tempo conversei com um homem que tinha se convertido havia um ano. Ele me disse que havia decidido parar de frequentar a igreja. Surpreendido, perguntei o motivo, e ele me disse: “É simples, existe uma diferença incrível entre a mensagem que ouço aos domingos e a Bíblia que leio diariamente. A Bíblia me transforma diariamente, mas o que eles pregam na igreja parece estranho.”  Jack Deere conta que numa pequena cidade, onde não havia um bar, alguém começou a construir uma taverna, não dando atenção a um pastor da cidade que pregava contra a ideia. O pastor e alguns cristãos reuniram-se para uma vigília com o objetivo de pedir a providência de Deus quanto ao caso. Naquela mesma noite, um raio atingiu a taverna em construção, destruindo-a completamente. O dono do prédio deu início a um processo judicial contra o pastor e a igreja, alegando que os crentes eram os responsáveis pelo que acontecera. O pastor e a igreja contrataram um advogado, que negou que eles tivessem alguma coisa a ver com aquilo tudo. Quando chegou o dia do julgamento, o juiz afirmou: “Uma coisa ficou muito clara neste caso, não importa qual seja  seu desfecho.

O dono da taverna acredita no poder da Bíblia e da oração,o pastor e os crentes não.” Estas duas histórias são reais e chocantes. No entanto, elas refletem a realidade de um grande número de pastores da atualidade. Todas as semanas perto de um milhão de sermões são pregados em cerca de 300 mil igrejas evangélicas no Brasil. Calculo que uma pessoa que frequente uma igreja por 15 anos, apenas um culto por domingo, já ouviu cerca de 780 sermões. Imagine o poder transformador de tanta pregação, por tanto tempo, na vida de milhões de pessoas. Entretanto, por que um avivamento não acontece? Por que os evangélicos não aniquilam a corrupção em lugar de serem aniquilados por ela? É impossível deixar de fazer uma comparação. Por que Jonas, Pedro, Paulo, Spurgeon e Moody pregaram com mais dificuldade do que nós e causaram efeitos “devastadores”? Por que não vemos quase nada parecido a isso hoje? Talvez a resposta esteja num “pedido” aos pastores: parem de pregar!

1) Parem de pregar sermões onde não há alegria e são pregados por causa da obrigação com o emprego e porque estão sendo pagos pela igreja.
2) Parem de pregar sem antes estudar a Bíblia para aplicar em suas próprias vidas.
3) Parem de pregar sem antes dedicar de 10 a 15 horas de oração e mergulho no texto bíblico sobre o qual falarão.
4) Parem de pregar sermões prontos do seu bispo ou apóstolo, sem coração, paixão ou emoção.
5) Parem de pregar sermões copiados da internet, sem vida e sem experiência pessoal.
6)  Parem de pregar suas ideias pessoais, justificadas com alguns versículos bíblicos.
7)  Parem de pregar regras para as pessoas viverem e que vocês nunca viveram.

E a lista poderia ir embora…
Preguem a Palavra, poderosa, penetrante, transformadora e verdadeira. Deixo um desafio que recebi há cerca de 30 anos, quando estudei pregação expositiva com um homem chamado Karl Lachler.  Depois que ele nos explicou o poder da pregação da Bíblia, primeiro para a minha vida e depois como uma ferramenta que o Espírito Santo usa para alcançar outros, a única coisa que consegui fazer naquele dia foi: quebrantar-me, chorar, orar, chegar em casa e jogar fora todos os sermões que tinha, pedir perdão a Deus e começar tudo de novo. Nunca mais um sermão foi igual depois desse dia. O apelo naquela ocasião foi: parem de pregar na sua própria força ou sabedoria, mas deixem-se usar pelo Espírito, e o que Deus falará através de você incendiará o mundo. Talvez seja hora de parar de pregar do jeito que você está pregando e experimentar algo novo.

Josué Campanhã é escritor, palestrante e Consultor

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