Nathan Rostampour denuncia violência estatal, apagão de comunicações e perseguição a cristãos em meio a protestos nacionais
Por Patricia Scott
Em meio à onda de protestos que desafia o regime islâmico no Irã, um pastor iraniano enviou uma carta aberta à Igreja Brasileira no último sábado (10), convocando cristãos a intercederem pelo país. A mensagem, divulgada também à comunidade cristã internacional, descreve um cenário de repressão crescente, isolamento da população e graves violações de direitos humanos.
Segundo Nathan Rostampour, as manifestações populares têm sido respondidas com o bloqueio quase total da internet e das comunicações, estratégia que visa silenciar denúncias e ocultar abusos. O pastor afirma que famílias estão isoladas e que homens e mulheres têm sido presos, agredidos e mortos nas ruas apenas por reivindicarem liberdade e dignidade. “A ausência de visibilidade internacional amplia a injustiça e o número de vítimas.”
Diante desse contexto, Nathan faz um apelo direto para que a Igreja global não permaneça em silêncio. Ele pede que cristãos usem redes sociais, igrejas e canais institucionais para ampliar a conscientização e pressionar veículos de comunicação e lideranças internacionais a relatarem a realidade vivida no país. “A omissão da comunidade internacional contribui para o agravamento da crise humanitária.”
Ao abordar a situação dos cristãos no Irã, Nathan destaca que, apesar da perseguição severa, muitos seguem praticando a fé de forma clandestina. De acordo com ele, há fiéis que se reúnem em segredo e assumem riscos extremos, incluindo prisão, tortura e morte, apenas por professarem o cristianismo. Ainda assim, Rostampour relata que a igreja local continua intercedendo não apenas por sua sobrevivência, mas pela transformação da nação.
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