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quinta-feira, 30 maio 2024

Pastor convoca ‘Jejum de Ester’ pelo Rio Grande do Sul

Foto: Gilvan Rocha/Agência Brasil

“O Deus do Céu nos ouvirá e haverá arrependimento. E esperemos pelo grande livramento do Senhor”

Por Patricia Scott

A subida de nível da água e os fortes ventos que atingem Porto Alegre, nesta terça-feira (14), criam ondas no Guaíba. Na noite desta segunda, um bairro foi parcialmente evacuado na capital. Há três alertas do Instituto Nacional de Meteorologia para o RS. Dois deles são de perigo potencial, para geada e ventos costeiros. O terceiro é de perigo por declínio acentuado de temperatura (quando os termômetros baixam mais de 5ºC em um dia).

Diante das perspectivas nada animadoras, o pastor Daniel Fich, da Assembleia de Deus de Lajeado, chamou a atenção para a necessidade urgente de uma mobilização espiritual. Por isso, ele convocou os evangélicos a estarem em jejum e oração diante das trágicas consequências das chuvas que a população do RS tem vivenciado.

“Eu te convido a entrarmos num jejum como Ester, em arrependimento, clamando pela nossa cidade, pelo nosso estado, pelas nossas casas, pela nossa vida e família”, ressaltou em rede social e acrescentou: “O Deus do Céu nos ouvirá e haverá arrependimento. E esperemos pelo grande livramento do Senhor”.

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Daniel explicou que o Senhor não deseja apenas abstenção de alimentos, nem veste rasgada, mas sim um coração rasgado na Sua presença alinhado à compaixão e à justiça para com os necessitados. Ele acredita que o arrependimento genuíno pode desencadear avivamento espiritual, que vai gerar esperança e salvação de vidas no Rio Grande do Sul.

Pastor convoca 'Jejum de Ester' pelo Rio Grande do Sul
Pastor Daniel Fich – Foto: Reprodução/AD Lajeado

O líder religioso destacou ainda a importância de discernir o aspecto espiritual da crise. “Esta situação não é apenas um desastre climático. Nós estamos em uma guerra espiritual”, advertiu o líder gaúcho, que frisou: “Nós renunciamos a opressão, resistimos a escravidão espiritual, nós nos arrependemos e clamamos a Deus por um arrependimento coletivo”. 

Ele destacou que “existem notícias avassaladoras, e aquele que é espiritual precisa discernir o mundo espiritual. Existe cheiro de morte, opressão pelas ruas”. No entanto, “nós servimos a um Deus que é maior do que todas essas coisas”.

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