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domingo, 23 junho 2024

OMC: expansão do comércio deve desacelerar a 1,7% em 2023

A OMC diz que a perda de fôlego no comércio deve ocorrer mesmo diante de uma “leve revisão para cima” em projeções para o PIB

A Organização Mundial de Comércio (OMC) afirma que o crescimento do comércio global em 2023 deve ser de 1,7%, o que representa desaceleração após a expansão de 2,7% vista no ano anterior. A estimativa da entidade consta de seu novo relatório, Global Trade Outlook and Statistics Perspectiva para o Comércio Global e Estatísticas, publicado nesta quarta-feira, 5.

A OMC diz que o movimento de perda de fôlego no comércio deve ocorrer mesmo diante de uma “leve revisão para cima” em projeções para o Produto Interno Bruto (PIB), desde o último outono no Hemisfério Norte. O comércio é prejudicado por efeitos da guerra na Ucrânia, pela inflação “teimosamente elevada”, por política monetária mais apertada e pela incerteza dos mercados financeiros.

Ainda segundo a OMC, o crescimento do PIB real global, em taxas de câmbio de mercado, deve ficar em 2,4% em 2023 e em 2,6% em 2024, após crescimento de 3,0% visto em 2022.

Em outubro, a organização havia previsto que o volume global do comércio teria crescimento em 2022 de 3,5%, porém agora calcula que ele tenha sido de 2,7%. O resultado foi influenciado por vários fatores, como preços elevados das commodities globais, o aperto na política monetária em resposta à inflação, bem como surtos de covid-19 que prejudicaram a produção e o comércio na China.

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Já para 2023, a previsão de alta de 1,7% no comércio global é superior à estimativa anterior, de outubro, de um avanço de 1,0% Neste caso, influi o relaxamento de controles contra a covid-19 na China, que deve apoiar a demanda local e, por consequência, o comércio internacional.

Para 2024, a OMC espera crescimento de 3,2% no comércio global. Ao mesmo tempo, ela alerta que no próximo ano há “substanciais riscos de baixa, incluindo tensões geopolíticas, choques na oferta de alimentos e a possibilidade de efeitos adversos não previstos do aperto monetário”.

Com informações de Agência Estado

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