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sexta-feira, 28 janeiro 2022

Médico declara óbito, família ora e homem volta à vida

Depois da família orar, houve o milagre e então, o médico que acompanhava o caso estabilizou o paciente.

O gari Ronaldo Martins de Souza, de 63 anos, foi protagonista de uma história de milagre que aconteceu na cidade de Manaus, no Amazonas: ele foi declarado morto por um médico, mas a família orou e ele voltou a viver.

Segundo o jornal A Crítica, após a oração familiar, mesmo em óbito, seus sinais vitais reapareceram.  O gari sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi atendido por médicos no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Galileia, localizado na região norte do município.

Nas tentativas de reanimação, Ronaldo respondeu a ação médica. Rodrigo Custódio, médico que o atendeu, afirmou que a situação era delicada. “Chegou com o coração parado, sem sinais vitais e pupilas dilatadas. Nós imediatamente demos início à massagem de ressuscitação cardiopulmonar (RCP)”, disse.

“O quadro clínico evoluiu para das paradas (cardíaca) e começamos a utilizar o desfibrilador. Foi aproximadamente uma hora de reanimação com ele oscilando entre tendo pulso e não tendo”, contou.

Segundo ele, depois disso, a dilatação da pupila de Martins foi total, o que indicava morte cerebral. “Avisamos a família que ele tinha entrado em óbito. Foi um desespero”, disse.

ORAÇÃO E FÉ

“A família entrou na sala de emergência e orou. Depois que saíram, na preparação para retirar os tubos, uma coisa que na medicina a gente não explica, observei nele a presença de pulso”, contou o médico.

Com os sinais de vida, os processos de reanimação foram retornados e, de acordo com o médico Custódio, o paciente retornou ao estado vital depois de cerca de 20 minutos do ocorrido.

“E voltou avidamente com os parâmetros vitais, pupila normal e pulso forte. Nesse momento, quando houve essa dádiva de Deus, nós restituímos, estabilizamos o paciente e conseguimos transferi-lo para o Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio”, afirmou.

VELÓRIO ORGANIZADO

O genro de Ronaldo, José Neto, estava se organizando para o velório. “Estávamos correndo atrás do local para ser velado, o cemitério e a sepultura. A médica disse que ele tinha falecido para as três filhas dele e dois colegas de trabalho dele”, afirmou.

“Quando recebemos a notícia que ele voltou a ter pulso, mais ou menos meia hora depois, foi um choque. Um colega de trabalho dele chegou a desmaiar e as filhas deles começaram a chorar. Um desespero total e muita alegria”, contou o genro.

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