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segunda-feira, 21 junho 2021

“O que aprendi com as videiras”, livro de Beth Moore chega ao Brasil

Autora best-seller, Beth já alcançou mais de 22 milhões de pessoas por meio de conferências e livros em todo o mundo

Por Marlon Max

Beth Moore, autora best-seller, já alcançou mais de 22 milhões de pessoas por meio de conferências e livros. Apesar do enorme sucesso nos Estados Unidos, ela é pouco conhecido no Brasil, cenário que tende a mudar com o lançamento do livro O que aprendi com as videiras: O caminho para uma vida frutífera, publicado em português pela Editora Mundo Cristão.

livroTendo como pano de fundo uma fascinante viagem pela Toscana, Itália, e lições aprendidas em meio aos vinhedos da região, Beth coloca em relevo alguns dos questionamentos que mais inquietam homens e mulheres de todas as idades, como: propósito de vida, alegria genuína, superação pessoal e construção de um legado.

Ao longo do diário de viagem, a autora elucida que uma existência frutífera é resultado da fé e da íntima comunhão do ser humano com Jesus Cristo, a videira verdadeira da qual a vida emana, princípio que extrai a partir do capítulo 15 do Evangelho do Apóstolo João. O desejo de Deus, esclarece Beth, é que cada pessoa vença barreiras que a impede de atingir seu pleno objetivo e de ver a relevância que cada ser humano possui.

“Sei como é temer não ser visto. Sei como é recear ser inútil. Sei como é fácil sentir-se sem talentos numa sociedade movida pelo talento. Se for como eu, você se sente ansioso por contribuir. Anseia por ser relevante. E quer saber de uma coisa? Você é. Você não precisa se contentar em apenas fazer algo. Em Cristo, você consegue tornar esse algo relevante.” Pág. 11.

O que aprendi com as videiras é também informativo e curioso, resultado de uma ampla pesquisa sobre o cultivo das uvas, ofício do qual é possível obter uma riqueza de insights práticos para o dia a dia. A cada capítulo, as reflexões de Beth acrescentam novas ideias para quem deseja renovar, recomeçar, se reinventar e superar situações que ofuscam a vida e limitam o potencial. Escrito como uma linguagem acessível, mas sem deixar de ser profundo, o livro tem ingredientes que certamente o tornarão uma leitura inesquecível.

Sinopse

O que aprendi com as videiras reflete a maturidade pessoal e espiritual de Beth Moore, conceituada autora e palestrante internacional. Em uma viagem marcante com suas filhas à Toscana, na Itália, Beth é confrontada por questões centrais da existência humana: “O que estou fazendo da minha vida? O que estou me tornando? Ainda é possível viver uma vida frutífera para Deus e o próximo? Qual será o meu legado? Ainda dá tempo?”. Certamente, você se sentirá impactado pelas histórias de vida e reflexões bíblicas de Beth Moore.

Sobre a autora

Beth Moore é autora de vários best-sellers e palestrante de renome internacional. É fundadora do ministério Living Proof, que visa incentivar mulheres a conhecer e amar Jesus Cristo por meio do estudo das Escrituras. Casada há quarenta anos, reside com seu marido, Keith, em Houston, no Texas. É mãe de duas filhas e avó de três netos.

Leia um trecho do livro

“Depois de décadas de vida e ministério entre miríades de pessoas, aprendi que todos nós queremos ter relevância. O desejo de ser relevante não distingue as pessoas. Homens ou mulheres, adultos ou crianças, religiosos ou não, ricos ou pobres, negros, pardos, ou brancos ― essa ânsia está costurada com fios permanentes ao tecido de cada alma humana.

O grande alívio é descobrir que essa esperança não é postergada. Você é relevante ― já, neste momento ― sem realizar uma única mudança. No entanto, tudo muda no momento em que permitir que o Criador lhe mostre por que você é relevante e como ele toma tudo que lhe diz respeito para, mais cedo ou mais tarde, aqui ou ali, de forma sutil ou drástica, tornar tudo isso relevante.

Fomos criados para contribuir, concebidos para oferecer quem somos e o que temos à mescla humana a fim de lhe acrescentar alguma dose de benefício. Isso era verdade até no paraíso imaculado do Éden. Deus ordenou a Adão e Eva, em outras palavras: Acrescentem algo! Cultivem a terra! E, vocês dois, sejam férteis e se multipliquem. Povoem a terra!
Jesus elevou esse conceito a outra estratosfera ao tomar indivíduos a quem havia oferecido vida abundante e, pelo poder do próprio Espírito Santo, tornar as contribuições deles relevantes, não apenas de forma temporária, como fez com Adão e Eva, mas eterna.

Quando vocês produzem muitos frutos, trazem grande glória a meu Pai e demonstram que são meus discípulos de verdade. […] Vocês não me escolheram; eu os escolhi. Eu os chamei para irem e produzirem frutos duradouros, para que o Pai lhes dê tudo que pedirem em meu nome. João 15.8,16

Essa ideia de que nossa vida tem relevância vêm me perseguindo desde minhas primeiras lembranças, mas hoje, ao me aproximar cada vez mais da linha de chegada, o conceito praticamente me assombra. Quando chegar ao fim da vida, quero saber que ela teve significado. Quero saber que minha vida, com todos os solavancos no caminho, foi relevante.

Se você sente o mesmo, não somos apenas nós: Deus também quer que nossa vida tenha relevância. A intenção dele é que sejamos profundamente frutíferos. Esse nosso desejo de contribuir, de fazer algo proveitoso, não é só um sonho egocêntrico. Ao seguirmos Jesus, é isso que podemos esperar da vida.

E ser frutífero não é um dever insípido e banal. É algo que afeta de modo direto nossa felicidade, pois o envolvimento naquilo que Deus realiza é a única atividade que nos dá satisfação e paz verdadeiras. Deus está invadindo o planeta com o evangelho de Cristo, buscando pessoas de todas as línguas, tribos e nações, oferecendo-lhes vida, fé, amor, esperança, salvação, alegrias e um futuro eterno em que ele governa como Rei. Nada do que acontece no mundo é mais significativo ou emocionante. E, à medida que damos frutos, participamos disso tudo.

Sei como é temer não ser visto. Sei como é recear ser inútil. Sei como é fácil sentir-se sem talentos numa sociedade movida pelo talento. Se for como eu, você se sente ansioso por contribuir. Anseia por ser relevante. E quer saber de uma coisa? Você é. Você não precisa se contentar em apenas fazer algo. Em Cristo, você consegue tornar esse algo relevante.

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