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quarta-feira, 12 junho 2024

Pequenos Grupos: próximos uns dos outros e em comunhão com Deus

A célula leva a mensagem a um lugar aonde nem o púlpito de domingo à noite e nem o pastor são capazes de chegar. Foto: Freepik

Encontros de fiéis para estudar a Palavra fortalecem a fé e a união entre irmãos 

Por Cristiano Stefenoni

Uma tendência que vem crescendo nas igrejas são os encontros de fiéis para estudar a Palavra e debater sobre questões do dia a dia sob o ponto de vista cristão. Reunidos em Células ou Pequenos Grupos, os membros se aproximam uns dos outros e fortalecem a fé e a comunhão com Deus. 

“A Célula leva a mensagem a um lugar aonde nem o púlpito de domingo à noite nem o pastor é capaz de chegar, ou seja, ela é fundamental. As igrejas têm experimentado um crescimento exponencial por causa da visão celular. Para o integrante do Pequeno Grupo, a sensação de pertencimento é muito maior”, ressalta o pastor Thiago Farlon Rocha Batista, da Igreja Apostólica Batista Boas Novas, em Marataízes.

Segundo ele, esses grupos são ferramentas poderosas de evangelismo e, por isso, merecem uma atenção especial da igreja. “A célula é uma ferramenta multifuncional de captação de novas pessoas, de consolidação, de treinamento. É um organismo vivo que mantém a igreja viva e ativa fora das quatro paredes”, comenta Farlon.

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Walter Marques, pastor da juventude da Igreja Evangélica Batista de Vitória (IEBV), cita que o cuidado individualizado e o fortalecimento da comunhão entre os irmãos são as principais marcas de um Pequeno Grupo.

“A começar pelo cuidado que se exerce com as pessoas, algo que nem sempre a liderança da igreja consegue alcançar de forma tão plena. Outro benefício é o fortalecimento da fé, por meio do discipulado, que se torna crucial no processo de amadurecimento cristão. O fator comunhão também é destaque, pois, além do contato com o Senhor, temos a oportunidade de usufruir da presença dEle através da vivência. Afinal, ‘onde dois ou três se encontram reunidos, em meu nome, ali estarei’ (Mt 18.20)”, diz o pastor.

Para as igrejas que desejam implantar Células, o pastor Marques dá algumas dicas. “O primeiro passo é buscar uma formação (treinamento, leitura, mentoria) junto à igreja sobre como deve ser a dinâmica do Pequeno Grupo, bem como estruturação, propósito e funcionamento dele. Também deve-se submeter a função de anfitrião/liderança à devida supervisão, para manter o alinhamento com a visão da igreja à qual pertence”, orienta.

Jean Paul Villacís é equatoriano e há cerca de dois meses passou a frequentar a Igreja Presbiteriana Esperança em Vitória, capital do Espírito Santo, onde participa de um Pequeno Grupo. Para ele, a experiência é uma oportunidade de conhecer pessoas e compartilhar vivências. 

“No PG, nós aprendemos muito sobre a Bíblia e sobre a vida, de forma geral. É um momento para estarmos em paz e em comunhão com o próximo, enquanto estudamos e falamos sobre os ensinamentos de Jesus”, comentou.

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