Nova tecnologia traz uma série de benefícios, mas merece cuidado
Por Cristiano Stefenoni
Não há como fugir. A Inteligência Artificial já faz parte da nossa realidade. Máquinas e sistemas operacionais com capacidade de pensar e tomar decisões como se fossem humanos, sendo mil vezes mais inteligentes. Além do um forte impacto nas relações trabalhistas e sociais, a pergunta que se faz é: Quais os impactos da I.A na família?
De acordo com a CEO da Urba, Erika Matsumoto, a nova tecnologia tem pontos positivos e negativos. Ela explica que a IA pode fornecer suporte, informações e soluções para auxiliar as famílias a superarem desafios de forma mais eficiente e menos trabalhosa.
Além disso, a I.A atua hoje no monitoramento de saúde, na detecção de padrões de sono e vigília e fornecem insights sobre a saúde do bebê. “Os assistentes virtuais, cada vez mais capacitados, podem prestar todo tipo de auxílio, desde o provimento de informações até criação de uma rotina com horários e atividades pré-estabelecidas”, ressalta a CEO.
Matsumoto explica que tudo isso é embasado por ferramentas de análise de dados, que geram conhecimento preciso para tomadas de decisões sobre a saúde e bem-estar. “Ainda mais impactantes são as soluções B2B, que geram eficiência nos processos hospitalares e laboratoriais, trazendo mais segurança e conforto para as famílias”, afirma.
Outro ponto que ela destaca é na questão da educação, seja pelo incremento do EAD, seja pela possibilidade de experiências de ensino imersivas.
Por outro lado, executiva faz um alerta, principalmente no que diz respeito a criação dos filhos. “Não faltam estudos que apontam os malefícios de uma alta exposição a conteúdos digitais e horas dispensadas em frente às telas – em detrimento de atividades presenciais. Em resumo, é preciso achar o equilíbrio para o melhor uso da Inteligência Artificial e outras tecnologias na criação de filhos”, enfatiza Matsumoto.

