O desabafo de Flordelis

Foto: Reprodução

Cantora é ouvida como testemunha do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo. Pelo menos 8 filhos da deputada estavam na delegacia para prestar depoimento. Outros dois filhos estão presos por suspeita de participação no assassinato.

A deputada federal Flordelis (PSD/RJ), presta depoimento há cerca de quatro horas sobre a morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, que morreu assassinado no último domingo (16). Segundo um dos advogados da família, a cantora está muito abalada.

Flordelis presta depoimento na Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. Não tem previsão de quanto tempo vai durar o depoimento. Ela disse que quer colaborar para desvendar o crime.

Além de Flordelis, pelo menos outras 10 pessoas, incluindo seus filhos, prestaram depoimento nesta segunda-feira (24). Eles foram interrogados pela delegada Bárbara Lomba, titular da DHNSGI, como testemunhas do assassinato de Anderson.

A deputada afirmou que vai fazer uma coletiva de imprensa para falar sobre o caso nesta terça (25). Nas redes sociais, Flordelis diz que não quer acreditar que seus filhos sejam os culpados pela morte de Anderson.

Desabafo

No último sábado (22), Flordelis, usou sua conta no instragram para desabafar sobre a morte do marido. A deputada se queixou de ela e os filhos estarem sendo condenados pela morte do marido. Na mensagem ela reclamou de calúnias e notícias confusas sobre o crime e as investigações da polícia.

Leia na íntegra 

Faz uma semana que perdi meu marido. Quem conheceu a minha vida com ele imagina a falta que ele me faz e pode imaginar o quanto estou atordoada. Mas, sou forte. Deus me fortalece. Por isso, não perco a fé. Canto em silêncio uma das músicas que sempre me deu muita força: “Volta por Cima” ”Quem impedirá o agir de Deus?”.

Deus tem me dado forças. Vejo isso no olhar dos meus meninos e das minhas meninas, minhas filhas e meus filhos, frutos da minha uma dedicação férrea à vontade de fazê-los felizes.

A semana me passou a ideia de que o tempo parou. A dor é enorme, pela perda e pelas calúnias e notícias confusas que a cada minuto, cada minuto mesmo, brotam sabe-se lá de onde. Já falaram ter sido um crime passional, já disseram ser um crime por dinheiro, já incluíram a infidelidade.

Acusam meus meninos, mas eu tenho esperança dos acusadores estarem errados e quero muito confiar na Justiça. É uma dor, às vezes, insuportável. O crime aconteceu na nossa casa e isso me faz reviver aquele momento trágico cada minuto em que estou presente.

A imprensa não me deixa em paz. Na segunda-feira, serei ouvida pela polícia. O primeiro depoimento como manda a lei. Já fiz isso várias vezes. A primeira, poucas horas após o crime. Sem direito ao luto.

Na terça-feira, à tarde, falarei com a imprensa . Um calvário necessário, para ver se consigo aplacar as insinuações, as dúvidas que criam versões desencontradas. Quem sabe, conseguirei?

Peço as orações, mesmo daqueles que sem conhecer a história me condenam e condenam meus filhos. A todos os que acreditam em Deus, eu peço as orações para que se faça Justiça.

Veja

 

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Faz uma semana que perdi meu marido. Quem conheceu a minha vida com ele imagina a falta que ele me faz e pode imaginar o quanto estou atordoada. Mas, sou forte. Deus me fortalece. Por isso, não perco a fé. Canto em silêncio uma das músicas que sempre me deu muita força: “Volta por Cima” ”Quem impedirá o agir de Deus?”. Deus tem me dado forças. Vejo isso no olhar dos meus meninos e das minhas meninas, minhas filhas e meus filhos, frutos da minha uma dedicação férrea à vontade de fazê-los felizes. A semana me passou a ideia de que o tempo parou. A dor é enorme, pela perda e pelas calúnias e notícias confusas que a cada minuto, cada minuto mesmo, brotam sabe-se lá de onde. Já falaram ter sido um crime passional, já disseram ser um crime por dinheiro, já incluíram a infidelidade. Acusam meus meninos, mas eu tenho esperança dos acusadores estarem errados e quero muito confiar na Justiça. É uma dor, às vezes, insuportável. O crime aconteceu na nossa casa e isso me faz reviver aquele momento trágico cada minuto em que estou presente. A imprensa não me deixa em paz. Na segunda-feira, serei ouvida pela polícia. O primeiro depoimento como manda a lei. Já fiz isso várias vezes. A primeira, poucas horas após o crime. Sem direito ao luto. Na terça-feira, à tarde, falarei com a imprensa . Um calvário necessário, para ver se consigo aplacar as insinuações, as dúvidas que criam versões desencontradas. Quem sabe, conseguirei? Peço as orações, mesmo daqueles que sem conhecer a história me condenam e condenam meus filhos. A todos os que acreditam em Deus, eu peço as orações para que se faça Justiça. Nossa última sessão de fotos!

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*Com informações das agências


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