Nascida em Trinidad e Tobago, a artista disse estar participando do evento para defender pessoas que sofrem ataques devido à fé
Por Patricia Scott
Recentemente, durante um evento oficial nas Nações Unidas, a rapper Nicki Minaj denunciou a crescente perseguição a cristãos na Nigéria. Convidada para um painel organizado pela missão dos Estados Unidos na ONU, ela dividiu o palco com o embaixador americano Mike Waltz para alertar sobre o que classificaram como um padrão grave e sistemático de violações de direitos humanos no país africano.
Nascida em Trinidad e Tobago, Minaj disse ter participado do encontro — intitulado “Combatendo a Violência Religiosa e o Assassinato de Cristãos na Nigéria” — para defender pessoas que sofrem ataques devido à fé. Em sua fala, ela destacou:
“Na Nigéria, cristãos estão sendo atacados, expulsos de suas casas e mortos. Igrejas são incendiadas. Famílias se desintegram. Comunidades inteiras vivem com medo apenas por causa da forma como oram.”
A artista também enviou uma mensagem direta aos fãs, os “Barbz”, reforçando que sua fala não tem conotação partidária: “Isso não é sobre política. É sobre justiça. É sobre defender aquilo que sempre defendi na minha carreira: levantar a voz quando pessoas são perseguidas por suas crenças.”
PF avança em operação sobre fraudes e cita ex-nora de Lula - Carla Trindade, ex-nora de Lula, é investigada por fraudes em licitações e nega envolvimento em esquema de corrupção na Educação pública paulista
Lula convoca ação urgente contra crime e vazamento de dados - Lula discute combate ao crime organizado com Moraes e líderes de órgãos após inquérito sobre vazamentos de dados sigilosos O embaixador Mike Waltz corroborou as denúncias, afirmando que especialistas vêm identificando um quadro de violência desproporcional contra cristãos no país:
“Famílias inteiras são destruídas, líderes religiosos são assassinados repetidamente e congregações inteiras se tornam alvo desses ataques”, declarou.
Ele descreveu a situação como “uma fé sendo apagada, uma bala por vez, uma Bíblia queimada por vez” e classificou o cenário como “um genocídio mascarado de caos”. O debate ocorre em meio a declarações recentes do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaçou enviar tropas americanas para “eliminar completamente os terroristas islâmicos” responsáveis pelos ataques.
O presidente nigeriano, Bola Tinubu, respondeu afirmando que seu governo trabalha com lideranças cristãs e muçulmanas para enfrentar desafios de segurança que afetam cidadãos de todas as fés. Segundo ele, retratar a Nigéria como um país “religiosamente intolerante” não condiz com a realidade nacional.
De acordo com a organização Portas Abertas, ataques contra cristãos são mais frequentes em estados de maioria muçulmana no norte da Nigéria, mas têm avançado para o Cinturão Central e até regiões do sul.
As ações são conduzidas principalmente por grupos extremistas como Boko Haram e milícias Fulani, que têm histórico de assassinatos de líderes cristãos, violência sexual, destruição de igrejas e expulsão de comunidades inteiras. Com informações Fox News
Ver essa foto no Instagram

