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segunda-feira, 6 julho, 2020

Na Estrada com Eli Soares

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“Meus pais são os maiores incentivadores do meu ministério, são minha maior referência”

Nascido em berço evangélico, Eli Soares começou a cantar e a tocar instrumentos (violão e bateria) aos 8 anos na igreja. A casa da família fica ao lado do templo, o que contribui para que ainda criança estivesse sempre por lá, envolvido com os instrumentos e participando do trabalho musical. Sempre incentivado pelos pais a render louvores a Deus, entre 12 e 13 anos, ele passou a cantar sem querer em um culto de adolescentes e, depois disso, nunca mais parou. De lá para cá começou a gravar e agora prepara um DVD para 2015, previsto para ser lançado pela Universal Music Christian. “Estamos cuidando desse projeto com muito carinho e respeito, fazendo de tudo para que seja algo de Deus para quem assistir e ouvir esse DVD”, conta.

Jovem, Eli relançou este ano o álbum “Casa de Deus”. O projeto ganhou alterações na capa e no encarte, depois que havia sido lançado às pressas no Salão Internacional Gospel, em 2013. “Gravamos, mixamos e masterizamos o disco em 20 dias para que fosse apresentado na feira. Então, depois que assinei o contrato com a Universal, decidimos relançar apenas fazendo mudanças no encarte, mas o CD é o mesmo”, acrescentou. O álbum possui 12 faixas gravadas em estúdio que vão desde as baladas pop às letras de adoração. A produção musical foi de Celson Ramos juntamente com Thiago Marinho. Eli, que também trabalhou como backing vocals com Viviane Donner, foi compositor de nove das 12 canções. “Esse álbum tem muito de mim. Estou vivendo uma nova fase na minha carreira, e isso dá para ser notado nesse disco, que foi feito com muito carinho e qualidade. O nome escolhido mostra o que queremos dizer: Deus habita em nós, nós somos casa de Deus, e não o templo construído por homens”, declarou.

Como começou muito pequeno, o músico destaca que o apoio familiar foi indispensável para que o ministério acontecesse. Desde o início o incentivo veio para que tocasse instrumentos na igreja e estivesse presente no louvor. Ele acredita que esse é um fator essencial para que o projeto de Deus para um ministério seja concretizado. “Os meus pais com certeza são os principais incentivadores do meu ministério, maior suporte espiritual. É importante demais o apoio dos pais para quem está começando. Quando temos o incentivo de casa, fica mais fácil passar por qualquer luta ou provação. É muito importante que os pais entendam, compreendam e apoiem o ministério dos seus filhos, uma vez que foi confiado por Deus, e os pais são os ajudadores do crescimento do ministério. Minha família é a maior referência que tenho e a maior fã do meu ministério. Minha mãe, meu pai, meus avós, minhas tias, são grandes admiradores, incentivadores e responsáveis pelo começo do meu ministério. Sempre me apoiaram e me deram todo o suporte que sempre precisei, desde os instrumentos musicais até o apoio espiritual e psicológico”, relembra.

Depois de começar a cantar na igreja, na adolescência, o jovem prosseguiu compondo e cantando, e, em 2009, ao participar do “Festsêmani”, um festival de música gospel realizado pela Igreja Batista Getsêmani – onde congrega atualmente – levou o primeiro lugar. “A partir daí Deus começou a abrir as portas e não parou mais. Foi sempre me surpreendendo e me surpreende até hoje. Cada dia é uma nova experiência. Tanto que sempre canto o que vivo e vivo o que canto. Todas as minhas músicas foram momentos que tive com Deus que se transformaram em canções. Não tenho o dom de compor uma música instantaneamente, é o momento certo, a hora certa que Deus separa e prepara para me dar as canções”, explica.

Uma semana depois do festival, Eli participou do concurso de música gospel “Showveiro”, realizado pela TV Rede Super, depois de ser inscrito por uma amiga, sem saber, e foi vencedor mais uma vez, tendo como premiação a gravação do primeiro CD, que recebeu seu próprio nome, pois sentiu dificuldade de escolher o título de alguma música por conta da inexperiência. Foram 11 faixas de sua autoria, depois de um compositor dizer que não daria suas músicas para que ele gravasse. “Foi a minha verdadeira experiência com composição, porque eu até tinha algumas músicas iniciadas, mas nenhuma completa. Fui levado a orar e pedir a Deus que me desse canções, caso contrário o CD não sairia. Hoje agradeço a Deus, porque aquele momento difícil fez com que eu descobrisse que eu podia compor”, ressalta.

Em julho de 2013, o cantor lançou o segundo álbum, intitulado “Casa de Deus”, durante o Salão Gospel, em São Paulo. Na ocasião, o público teve a oportunidade de conhecer as canções através de apresentações e alguns pocket shows, até assinar o contrato em novembro de 2013. Passou então a ter a carreira gerenciada pela universal music e em 2014 teve o álbum “Casa de Deus” relançado com projeto gráfico diferente e o estilo pop soul marcante.

Atualmente tem feito entre três e cinco shows por semana, o que para ele complica um pouco sua presença junto à família, mas que é suprida sempre que está em Belo Horizonte, Minas Gerais, sua cidade de origem. “Eu priorizo minha família sempre que tenho oportunidade de estar em Belo Horizonte, porque a agenda acaba reduzindo muito meu tempo, mas tiro a diferença na qualidade do tempo que tenho com minha esposa e meus pais, e não na quantidade”, ressaltou.

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