Levando esperança na África

Pastor da ADNV, Eduardo Vieira (Foto: Reprodução / Instagram)
Pastor da ADNV, Eduardo Vieira (Foto: Reprodução / Instagram)

Além do evangelismo, na mala, missionários brasileiros levam ao Quênia, na África, material escolar, roupas e outros tipos de doações

“O pouco que se faz pode ser muito para quem recebe”. Guiados por essa motivação, voluntários brasileiros têm cruzado fronteiras para levar esperança para os povos da África que sofrem com a fome e a pobreza.

A experiência de embarcar nessa missão não é só gratificante, mas também transformadora. No mês de dezembro, o grupo de voluntários saiu Estado do Espírito Santo, com destino ao Quênia.

Ao visitarem três tribos do país africano, o grupo levou várias doações, como mochilas, kits de material escolar, remédios, roupas e alimentos. Em junho deste ano, um outro grupo de missionários participou de uma ação parecida, mas dessa vez em Angola.

Entre os objetivos da missão: distribuição de donativos realizados nas Tribos do deserto do Kênia, na África. Dessa forma, com o intuito de tornar conhecida a realidade do país e levantar intercessores pelo Kênia. Bem como despertar igrejas e pessoas como parceiras para projetos humanitários e prestar conta às pessoas que doaram recursos.

O pastor da Assembleia de Deus Nova Vida, Eduardo Vieira, postou no Facebook as ações. “Saindo agora com a Equipe ADNV – Kênia, para batismo nas águas (15 refugiados do Congo) e distribuição de mochilas com kit escolar e sandálias para as crianças do orfanato”, escreveu.

EXPERIÊNCIA 

Ao longo dos 32 anos em que mora no bairro Boa Vista I, em Vila Velha, a cabeleireira Penha Arraz construiu sua vida profissional. A mulher que já trabalhou de faxineira até vendedora de loja, lembra-se com gratidão dos vizinhos e da comunidade que lhe deu forças para erguer seu salão de beleza no local.

“Foram esses vizinhos que me deram comida, que eu ia na hora do almoço para comer, que me ajudavam”, lembra ela.

A forma encontrada por Penha para retribuir todo o apoio que recebeu foi dar continuidade à essa corrente do bem. Por isso ela e um grupo de oito pessoas acabam de voltar de uma viagem de 15 dias no Quênia.

A cabeleireira Penha Arraz (Foto: Reprodução)
A cabeleireira Penha Arraz (Foto: Reprodução)

De fato esta é uma realidade, especialmente na África subsaariana. Um estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em fevereiro deste ano, revela que 257 milhões de pessoas passavam fome na África em 2017. Os números da subnutrição são maiores do que em qualquer outra região do mundo. A fome chega acompanhada da pobreza extrema e também de doenças.

*Da redação, com informações do G1


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