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segunda-feira, 6 dezembro 2021

Ministro da Educação defende o retorno às aulas presenciais

Ribeiro disse que “o Brasil não pode continuar com as escolas fechadas, gerando impactos negativos nesta e nas futuras gerações”

Por Patricia Scott 

O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu nesta terça-feira (20), em pronunciamento nacional em rádio e televisão, o retorno às aulas presenciais em todo o Brasil. Ele destacou que “a vacinação de toda a comunidade escolar não pode ser condição para a reabertura das escolas”. De acordo com o ministro, a volta é uma “necessidade urgente”.

“Quero conclamá-los ao retorno às aulas presenciais. O Brasil não pode continuar com as escolas fechadas, gerando impactos negativos nesta e nas futuras gerações”, ressaltou Milton Ribeiro. Ele frisou também que estudos de organismos internacionais mostram que  o fechamento de escolas provoca consequências devastadoras para os alunos, como perda de aprendizagem, do progresso do conhecimento e o aumento do abandono escolar.

A lei determina que os estados têm autonomia para decidir sobre o retorno às aulas na rede estadual; os municípios, na rede municipal. Por isso, Ribeiro afirmou que o governo federal não tem autonomia sobre o tema. “Já há protocolos de biossegurança estabelecidos que reduzem riscos de contágio no ambiente escolar. Todos estes protocolos se baseiam fundamentalmente em distanciamento, uso de máscaras e de álcool em gel. Isso está mais do que sabido”, enfatizou o ministro.

Ribeiro pontuou também que a pasta investiu mais de R$ 1,7 bilhão para o enfrentamento da Covid-19 nas escolas públicas. “O Ministério da Educação não pode determinar o retorno presencial da aulas, caso contrário, eu já teria determinado”, assegurou e revelou que já solicitou ao Ministério da Saúde a priorização de todos os profissionais da educação básica na vacinação contra a Covid-19.

 

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